11 de janeiro de 2018

Intemporais (101)

4 comentários:

  1. É tudo muito relativo. Sou testemunho duma situação em que me levou a repensar a dita cuja pena de morte. Aí vai
    Há cerca de 40 anos um facínora assassina um idoso taxista por estrangulamento. Móbil do crime: Roubo da carteira do taxista por se supor que o homem andava com muita "massa" na carteira. O facínora foi julgado, condenado a vinte e tal anos e foi alimentado, vestido e alimentado á custa de todos nós, cumpriu os dois terços da dita cuja e voltou para a terra natal. Menos de um ano passado assassinou, violou e matou uma idosa de cerca de 70 anos, moradora numa localidade vizinha da sua capturado, confessou o crime e voltou a ser preso, cevado, vestido e calçado por outros tantos anos, mais uma vez á conta dos contribuintes, já passaram quasi 20 anos e já ouvi dizer que teve precárias. Qualquer dia está solto e livre para fazer outras semelhantes, pois deve andar nos 65 anos e com o lombo folgado pela boa vida que tem, Quem garante que não vai recidivar?
    Duma coisa eu tenho a certeza: Se lhe tivessem abreviado a vida a seguir á segunda façanha muito dinheiro se teria poupado e garanto-lhes que as povoações ao redor estavam bem mais confiantes. Note-se que isto passou-se no Alto Minho rural e serrano e nestes 40 anos não consta ter havido crime semelhante. Será que depois de liberto vai fazer o terceiro? Provávelmente se lhe der para aí.
    É isto que me cumpre dizer e por essa razão sou favorável á pena de morte para aqueles que não respeitam reiteradamente a vida do seu semelhante.
    O resto são masturbações filosóficas para deleitar mentes sensíveis.
    Cumprimentos . Álvaro

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    1. álvaro silva,
      Estudei política criminal com um dos melhores criminalistas portugueses e quiçá europeus, Figueiredo Dias.
      Está mais que provado que a pena de morte não produz efeito nenhum.
      Só gera mais revolta e mais crime.
      Cumprimentos

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  2. Para mim é uma novidade...mas gostei imenso.
    Bj Pedro.

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  3. Antony tem uma voz única, Papoila.
    E tem aqui uma interpretação poderosíssima de uma grande balada de Leonard Cohen.
    Bjs

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