8 de agosto de 2017

Para que nunca esqueçamos e para que nunca se repita

12 comentários:

  1. E especialmente agora que pairam ameaças no ar...

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    1. Quando se celebram os aniversários destes tristes acontecimentos não será má ideia parar para reflectir e perceber que carregar no botão será o fim, Célia.
      De todos.

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  2. Espero que nunca se esqueça este horror, eu não esqueço, curiosamente foi no dia do meu aniversário, muitos anos antes, claro.

    Beijos Pedro

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    1. A primeira bomba, Manu.
      A segunda foi lançada a 9 de Agosto.
      Aniversários do Horror.
      Beijos

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  3. Esquecer. não esquecemos, certamente, mas repetir-se palpita-me que não tardará muito. Quando dois malucos assumem as rédeas do poder de potências nucleares, é de esperar o pior

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    1. Será tema para amanhã, Carlos.
      A retórica de ambos é absolutamente assustadora.

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  4. Caro Amigo Pedro Coimbra.
    Que coincidência...
    Meu amado e saudoso pai nasceu no dia 6 de agosto de 1919 e partiu - de maneira compelida - no Expresso da Eternidade no dia 9 de agosto de 1997.
    Sinto frêmitos inefáveis quando lembro até que ponto chegou nossa belicosidade.
    Caloroso abraço. Saudações insanas.
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

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    1. Os dias dos dois bombardeamentos, Amigo João Paulo de Oliveira.
      Não posso acreditar que haja alguém suficientemente louco para arriscar o futuro da Humanidade.
      Mas confesso que estou cada vez mais assustado com o que vou vendo.
      Aquele abraço

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  5. Também pensei o que escreveu a primeira comentadora...

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    1. Os dois loucos, Gábi.
      Muito complicado perceber qual dos dois é mais louco.

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  6. Não queremos acreditar que tal volte a acontecer mas as probabilidades parece-me maiores do que eu acertar no euromilhões.
    Abraço.

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    1. Quem me dera poder discordar, Agostinho ... :(
      Aquele abraço

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