31 de julho de 2017

Qual é o filme?


Um casal de piolhos se amavam muito e tiveram diversos filhotes. 
Qual o nome do filme? 
LÊNDEAS DA PAIXÃO.

Um homem aceitou um desafio de beber 1.000 latinhas de Coca-Cola de uma vez, ele tomou 999 latas e não aguentava mais. 
Qual o nome do filme? 
MIL SÃO IMPOSSÍVEL.

Um menininho tinha um gatinho chamado Tido, que toda noite dormia num cestinho. Um belo dia, o menininho foi procura-lo e não o achou. 
Qual o nome do filme? 
O CESTO SEM TIDO.

Numa festa de aniversário um menino insistiu com o pai para que pegasse uma bexiga para ele estourar. 
Qual o nome do filme? 
TÓ, ESTORE.

Um homem e uma mulher, ambos sem os dois braços, decidiram casar, e algum tempo depois tiveram filho.
 Qual e o nome do filme? 
NINGUÉM SEGURA ESTE BEBÊ.

Para comprar uma bola, um homem teve que escolher entre a vermelha e a azul. Ele escolheu a vermelha. 
Qual e o nome do filme? 
LARGOU A AZUL.

Robin vivia enchendo o saco de seu irmão caçula. Até que este contou tudo para a sua mãe. 
Qual e o nome do filme? 
BATE MÃE, EM ROBIN

Na escola tinha um rapaz muito forte que batia em todo mundo que olhasse para ele. Um dia, um menininho, sem temer o perigo, vai lá e pergunta-lhe que horas eram. 
Qual e o nome do filme? 
QUEHORASSÃO VALENTE.

Numa cidade havia muitas motos Yamaha e só duas Honda. 
Qual o nome do filme? 
POCA HONDAS.

Um homem tinha como profissão cuidar de ursos. Certo dia ele largou a profissão. 
Qual o nome do filme? 
O EX-URSISTA.

Um cara comeu um quilo de alho e depois escovou os dentes. 
Qual e o nome do filme? 
MUDANÇA DE HÁLITO.

O filho e o pai se despediram rapidamente. 
Qual o nome do filme? 
TCHAU PAI, TCHAU FILHO.

Um anão tinha o lábio inferior muito grande. Quando ele andava, seu lábio balançava de um lado para o outro. 
Qual o nome do filme? 
ANÃO QUE BALANÇA O BEIÇO.

Num lugar onde só existiam pizzas, as de aliche foram expulsas pelas de ervilha. 
Qual o nome do filme? 
ALICHE NO PAÍS DAS MÁS ERVILHAS.

Era uma vez a Marina que, para fugir da rotina da fazenda, resolveu pegar seu pônei e ir passear nos campos. De repente, apareceu uma manada de éguas em disparada e sobre a Marina. 
Qual o nome do filme? 
VINTE MIL ÉGUAS SOBRE MARINA.

Uma moça usava um grampo que começou a enferrujar. Ela então pediu a uma costureira que o forrasse. 
Qual o nome do filme? 
FORRE ESTE GRAMPO.

Um chiclete conheceu uma chicletinha, se casaram e tiveram vários chicletinhos. 
Qual o nome do filme? A FAMÍLIA ADAMS.

BOA SEMANA!

28 de julho de 2017

Alsarino, o homem mais famoso do Mundo



Um senhor de nome Alsarino tinha a mania que era o homem mais famoso do Mundo.

Certo dia armou uma discussão com um amigo que estava farto dessa mania. 
Dizia o Alsarino:
- Eu sou o homem mais conhecido do Mundo!
- Não és nada - dizia o amigo.
- Sou! Eu até conheço o presidente da América.
- Não conheces nada.
- Conheço. Vamos então à América.
Foram à América e na Casa Branca o Alsarino pediu para falar com o presidente.
Quando este soube que o Alsarino lá estava, recebeu-o de imediato e desculpou-se pela demora.
O amigo, impressionado, disse:
- Mas tu conheces mesmo o presidente da América! Mas não chega. Preciso de mais provas.
- Eu também conheço o presidente da França - diz o Alsarino.
- Não conheces nada.
- Conheço. Vamos então a França.
Em França, pediu para falar com o presidente que, poucos segundos depois, o recebeu como a um amigo pessoal.
Diz o amigo:
- Mas tu conheces mesmo o presidente da França. Mas preciso de mais uma prova.
- Eu também conheço o Papa.
- Não acredito.
- Vamos então a Roma.
Chegaram a Roma e o Papa estava numa varanda a dar uma missa. Diz então o Alsarino:
- Olha, tu ficas aqui enquanto eu vou lá acima ter com o Papa.
- Está bem.
Quando ele chega lá acima, para testar a fama do Alsarino, o amigo pergunta a uma pessoa que estava a seu lado:
- Olhe, você sabe quem é aquele senhor que está lá em cima?
- Aquele ali é o Alsarino, mas aquele senhor que está de bata branca à beira dele não sei quem é!

BOM FIM-DE-SEMANA!

27 de julho de 2017

De volta


E já se acabaram as férias.
Um período de tempo muito bom, passado entre Amesterdão, Roma, Florença e uma grande parte a bordo do Jewel of the Seas em visita pelas ilhas gregas. 
Foi muito bom, soube muito bem, passou tudo muito depressa.
No meio do divertimento, do bem estar, o inacreditável.
Numa das visitas na Grécia (Katakolon) fomos brindados com uma nota falsa de 50 euros.
Nota retirada de uma ATM de um banco, não recolhida em qualquer estabelecimento comercial na rua ou numa qualquer casa de câmbios.
Um brinde que só descobrimos já de volta a Roma quando um taxista nos alertou para o facto e depois num hotel nos confirmaram que tínhamos sido bestialmente aldrabados.
Um banco a passar notas falsas??
Se me tivessem contado não acreditava.

7 de julho de 2017

FÉRIAS


Até finais de Julho não há blogue.
Citando o Raul Solnado, "façam-me o favor de ser felizes". 

6 de julho de 2017

Jean-Claude Juncker falou curto e grosso


Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, classificou o Parlamento Europeu como “ridículo”.
Este comentário, e a revolta do presidente da Comissão Europeia, merecerão por certo a concordância de muita gente, do mais anónimo ao mais mediático cidadão europeu.
Em causa o facto de Jean-Claude Juncker ser confrontado com um número irrisório de deputados (30 num universo de 751) numa sessão plenária destinada a conhecer e avaliar o resultado dos seis meses de presidência maltesa do Conselho Europeu.
Um órgão tantas vezes criticado, e por tão diferentes razões (distanciamento entre eleitos e eleitores, mordomias que são atribuídas aos parlamentares sem qualquer controlo por parte do cidadão contribuinte, total desresponsabilização dos eleitos,…), que procura a todo o custo maior legitimidade e importância, não pode dar de si próprio esta imagem de laxismo absolutamente inadmissível.
Para além de laxismo, de enorme desrespeito perante países de menor dimensão face aos habituais big five como são comummente conhecidos.
Jean-Claude Juncker soube chamar este facto à colação afirmando, muito justamente diga-se de passagem, que se fossem Merkel ou Macron a estar ali presentes muitos mais parlamentares se apresentariam numa sessão plenária, que de plenária só teve mesmo o qualificativo.
António Tajani, presidente do Parlamento Europeu, mostrou-se indignado com as declarações do presidente da Comissão Europeia e não se coibiu de o repreender publicamente.
Melhor teria ido se repreendesse publicamente as centenas de deputados que pura e simplesmente ignoraram os seus deveres, a mais básica educação e cortesia.
Porque enquanto a indignação for dirigida a quem fala curto e grosso, e diz as verdades, por mais dolorosas que sejam, o Parlamento Europeu não descolará da imagem de organização pesada, burocrática, ineficaz, cara, muito cara!, e sim, como bem afirmou Jean-Claude Juncker, ridícula.

Intemporais (80)

5 de julho de 2017

Paciência a esgotar-se?


Kim Jong-un testou um novo míssil.
Desta vez um míssil intercontinental que terá caído no Mar do Japão.
Este novo teste, esta nova diatribe, está a assustar e enfurecer os vizinhos do desvairado norte-coreano e os Estados Unidos.
Passo a passo, de teste em teste, o regime norte-coreano vai-se aproximando do seu objectivo último – possuir tecnologia que lhe permita atingir território norte-americano (este míssil agora testado poderá eventualmente atingir o Alasca). 
A reacção de Donald Trump (por falar em desvairados…) é reveladora de um limite de paciência que se está a esgotar. 
A interrogação “este homem não terá nada de melhor para fazer?”, a par com o desabafo público “difícil acreditar que a Coreia do Sul e o Japão vão aguentar isto por muito mais tempo”, revelam não só uma crescente irritação de Washington, mas também um recado velado com muitos destinatários. 
A China que, do ponto de vista norte-americano, está a fazer muito pouco para obrigar o tirano a ter juízo, e que, em comunicado conjunto com a Rússia, apela à calma, ao mesmo tempo que reconhece a possibilidade de se estar à beira de uma guerra; a Coreia do Sul e o Japão, fazendo saber a ambos que terão em Trump um aliado para o venham a decidir fazer para parar Kim Jong-un na sua corrida armamentista; o próprio Kim Jong-un, cego, surdo e mudo, para ver se de uma vez por todas percebe que todas as hipóteses estão em aberto se não se começa a comportar convenientemente. 
Quando se sabe que está já convocada mais uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas para estudar novas sanções a impor ao regime norte-coreano, recorro à proverbial eloquência das letras das divertidas composições dos Trabalhadores do Comércio para afirmar que não acredito que Kim Jong-un fique quietinho e que estou convencido que tem mesmo que levar no focinho.

Água comestível

4 de julho de 2017

A Declaração Conjunta é o quê?


Que Xi Jinping viria a Hong Kong deixar uma série de recados já todos sabíamos.
Se estes recados, estes avisos, não foram surpresa, também o não foi o puxão de orelhas aos residentes de Hong Kong e a referência à linha vermelha que andam a pisar há muito tempo.
Menos surpreendentes ainda os elogios públicos a Macau.
O bom filho que à casa tornou em contraponto com o rebelde que teima em não tomar juízo.
Já todos sabemos que é assim que Pequim pensa, já todos percebemos que Pequim está farta dos problemas que Hong Kong lhe tem causado.
Surpresa, bem desagradável por sinal, o desfile militar, a demonstração de força, a ameaça implícita de que novas pisadelas na tal linha vermelha poderão ter sérias consequências.
Mais desagradável ainda a declaração do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
A Declaração Conjunta Sino - Britânica é só um documento histórico sem grande importância (a Sino - Portuguesa deve ser igual)?
Esta é a posição oficial de Pequim?
Se o é estamos perante um facto gravíssimo, um ataque frontal a um instrumento de Direito Internacional depositado junto das Nações Unidas, uma porta aberta para a violação do princípio “um país, dois sistemas” e todo o postulado do mesmo.
Seria muito bom que Pequim esclarecesse esta questão o quanto antes, que o Governo Central se demarcasse publicamente destas declarações.
Para que não restem dúvidas que o período de transição nas duas Regiões Administrativas Especiais será rigorosa e escrupulosamente cumprido, e que não haverá durante o mesmo quaisquer interferências no alto grau de autonomia que ficou acordado entre Estados soberanos.

Coimbra de outros tempos