29 de janeiro de 2016

Veíce



BOM FIM-DE-SEMANA!

Actividades de Reformados e Pensionistas


Um estudo recente da Universidade de Harvard sobre o que fazem os 
Reformados e Pensionistas chegou às seguintes conclusões.

Dedicam-se basicamente a 3 coisas:
· O BANCO;
· A BOLSA;
· A INVESTIGAÇÃO;

O BANCO em centros comerciais, parques e jardins, onde passam parte do dia.
A BOLSA das compras no supermercado que têm que carregar, e a bolsa da reciclagem para deitar fora o lixo.
A INVESTIGAÇÃO DIÁRIA: Onde raio deixei as chaves? Onde pus a carteira? Onde larguei os óculos? Como se chama este gajo? De que é que estávamos a falar?!

O Tétano


28 de janeiro de 2016

Jogo em recuperação, diz ele


Aaron Fisher, analista da consultora CLSA, manifestou a convicção que 2016 será um ano de estabilização, e até de recuperação (segunda metade do ano), do sector do Jogo em Macau.
Convicção que é inclusivamente quantificada em percentagens, diferentes mas muito precisas, para os diversos meses na segunda metade do ano.
Não sou analista, não conheço quase nada do que se prende com a principal área económica de Macau.
Tendo consciência desses factos, e confessando-o publicamente, não deixo de manifestar alguma dúvida quando sou confrontado com estas previsões tornadas convicções.
Se bem percebo o raciocínio de Aaron Fisher, e de todos os que partilham esta visão, o fundamento deste cenário optimista está quase exclusivamente relacionado com a dinâmica que necessariamente resultará da inauguração de novos projectos (Wynn Palace, Parisian e MGM Cotai).
Acentuando o facto de não ser especialista na matéria, longe disso, não posso deixar passar estas afirmações sem algumas interrogações:
 - Não era exactamente este cenário de dinâmica directa e forçosamente resultante da abertura de novos projectos que se previa viesse a acontecer com a inauguração da segunda fase do Galaxy e do Studio City?
- Essas expectativas não foram completamente goradas?
- Não será preciso algo mais, uma ajuda da mão invisível que todos  vemos, para que este cenário se torne realidade?
Just asking...

Intemporais (14)

27 de janeiro de 2016

Em Roma sê...iraniano


Hassan Rouhani, presidente iraniano de visita a Itália, não foi confrontado com  o nu de algumas estátuas do Museu Capitolino em Roma.
Porque as autoridades italianas, subservientes, curvadas, não quiseram ofender o presidente iraniano e cobriram essas estátuas por ocasião da sua visita.
Preocupadas em não ofender Hassan Rouhani, as autoridades italianas ofenderam o povo italiano, a civilização ocidental.
Diálogo de civilizações, respeito pelo outro, não podem ser confundidos com apagamento de uma civilização em face da outra.
Se as autoridades italianas estavam assim tão preocupadas com a possibilidade de ferir a susceptibilidade do presidente iraniano que tal agendarem o encontro com o mesmo para outro espaço?
Pessoalmente até esta última possibilidade me ofende, me repugna.
Porque por formação não consigo respeitar os valores de quem não respeita os meus.
Depois de tantos anos a ouvir dizer "em Roma, sê romano", aprendi em pleno século XXI que afinal em Roma se deve ser ... iraniano. 

Quando me amei de verdade (Carlos Drummond de Andrade)


Quando me amei de verdade, 
compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… auto-estima.
Quando me amei de verdade, 
pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. 
Hoje sei que isso é… autenticidade.
Quando me amei de verdade, 
parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento 
Hoje chamo isso de… amadurecimento.
Quando me amei de verdade, 
comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. 
Hoje sei que o nome disso é… respeito.
Quando me amei de verdade, 
comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. 
De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… amor-próprio.
Quando me amei de verdade, 
deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. 
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… simplicidade. 
Quando me amei de verdade, 
desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. 
Hoje descobri a… humildade.
Quando me amei de verdade, 
desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. 
Hoje vivo um dia de cada vez. 
Isso é… plenitude. 
Quando me amei de verdade, 
percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. 
Tudo isso é…. saber viver!

26 de janeiro de 2016

Balanço das presidenciais


Sem surpresas Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito Presidente da República em Portugal.
Vitória retumbante, em todos os distritos, sem necessidade de segunda volta.
Se bem leio os resultados, os portugueses quiseram deixar  duas mensagens bem claras com o seu voto:
- Que estavam fartos de eleições, de campanhas eleitorais (e esta foi muito pobre), de discussões pós-eleitorais.
Assim sendo elegeram o novo Presidente logo à primeira volta e suspiraram de alívio por não terem que aturar mais campanhas eleitorais enfadonhas, sem discussão política, com ataques pessoais e vingançazinhas torpes.
- A segunda mensagem, também bem clara e audível, foi o rejeitar do sonho de Sá Carneiro.
Uma maioria, um governo, um presidente, não convencem os portugueses.
A experiência não agradou?
Muito provavelmente (para quem está a pensar que foi a coligação PSD/CDS a ganhar as eleições, não esquecer que essa coligação não ganhou com maioria).
Os portugueses apostam num esquema de contrapesos, de checks and balances, e exigem agora dos titulares dos órgãos de soberania capacidade de diálogo, de entendimento, para que haja paz política e social, para que o seu dia-a-dia, e das suas famílias,  possa ser melhorado.
Que os eleitos (todos!) saibam estar à altura deste repto é o que se deseja.

Crónicas do FerreirAmigo em Goa

O FerreirAmigo está em Goa.
E às turras com o sacana do imeile.
Mas teve tempo para escrever uma crónica bestial na sua Travessa.
Começa assim:

História de um jornal

por Henrique Antunes Ferreira, em 22.01.16



Antunes Ferreira, em Goa

Corre tranquilo o Mandovi a caminho do oceano Índico que o espera. Está uma noite deliciosa, não faz muito calor e até desliza  uma brisa, termo que aqui é muito usado… quando ela ocorre. No rio os barcos casinos fosforejam num arraial de cores; há tempos, mais precisamente dois anos, pude ler em 0HERALD0 que o Governo do estado ia proibir os navios onde funcionam os casinos; mas foi sol de pouca dura; o turismo, a segunda fonte de receitas de Goa, tem muita força, a corrupção também e eles lá estão, carregados de luzes que anunciam a riqueza, a felicidade e a plenitude para toda a vida. Isto é, para se encherem de rupias ou preferencialmente de dólares, de euros ou de libras inglesas, moedas correntes em Goa paralelamente com a indiana.

Estou sentado na esplanada Riviera  que pertence ao hotel Mandovi, do outro lado da rua, que foi construído no tempo dos Portugueses e depois da invasão muito remodelado. Comigo estão a Raquel e o doutor Zito Menezes, que foram colegas no então Liceu Nacional Afonso de Albuquerque, uma instituição com muito peso, fundada em 1854 e encerrada em Dezembro de 61, Janeiro, Março e Abril de 1962. Os dois parecem irmãos gémeos, ambos não gostam de arroz (???) a não ser do basmati e bem solto cozido a preceito para não ficar duro nem empapado. Para Goeses isto não se compreende; mas o problema é deles.

Agora vão  visitar o blogue para ler o resto e comentar.
Vale a pena!

22 de janeiro de 2016

Há cada voto!


BOM FIM-DE-SEMANA!! 

L’Histoire da la Bélgique de 1577 à 2015


Requintado insulto com aviões

Só mesmo no Reino Unido!
Olhe para a fotografia abaixo com atenção...É um exemplo brilhante do humor britânico!
O governo britânico desistiu dos aviões Harrier, cuja principal característica é levantarem na vertical.
Então, no vôo de despedida sobre o Parlamento, a esquadra mandou ao governo uma mensagem.
Para ler a mensagem que a formação dos aviões transmite, terá que
se inclinar um pouco para trás e fechar ligeiramente os olhos.
Sério! Empurre a sua cadeira para trás uns 50 centímetros e, se necessário, mude um pouco o ângulo de visão (deverá ler FUCK OFF)).
Tiro o chapéu à ideia e ao comandante deste Esquadrão.


21 de janeiro de 2016

Lei sindical adiada


Jorge Fão tentou, José Pereira Coutinho tentou (várias vezes!!), a Lei Básica prevê a sua existência, os acordos internacionais na área laboral a que Macau voluntariamente se vinculou também, mas a lei sindical teima em não passar do papel e das boas intenções de uns quantos deputados.
Desta vez os proponentes foram os "Operários" (Kwan Tsui Hang, Ella Lei e Lam Heong Sang) que, cansados de críticas e de esperar pela iniciativa do Executivo, decidiram avançar.
Ontem, como antes, o projecto de lei foi rejeitado (12 votos a favor, 18 contra e uma abstenção, do deputado Leonel Alves).
Nem vale a pena fazer referência à argumentação perfeitamente despropositada e descabida utilizada pelos representantes do empresariado na Assembleia Legislativa para hipoteticamente justificar a sua posição.
Do caos de Fong Chi Keong, ao susto dos investidores de Tsui Wai Kuan, o discurso do empresariado é apenas ridículo e risível.
E não é nada inesperado.
O empresariado de Macau, velho, esclerosado, profundamente egocêntrico e egoísta, assusta-se com a possibilidade de existência de uma lei sindical nesta Macau que é Região Administrativa Especial na grande China.
O que fica claro com mais esta rejeição, e com a votação que lhe deu origem, é que este empresariado continua a influenciar (condicionar?) a posição do Executivo.
O empresariado não quer, o Executivo não avança e trava quem ousa avançar.
Até quando?

Intemporais (13)

20 de janeiro de 2016

Fui ali entregar-me e já venho


O caso dos cinco livreiros da livraria Causeway Bay Books, e da editora Mighty Current, com sede em Hong Kong, que vendem e publicam obras críticas do regime comunista chinês, e se encontram desaparecidos há já algum tempo, torna-se cada vez mais estranho.
Depois de confirmada pelas autoridades chinesas a presença de Lee Bo em Guangdong, sem que haja qualquer registo da sua passagem pelos postos fronteiriços da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK), agora foi a vez de se saber que também Gui Minhai se encontra no interior da China.
Notícia confirmada pelo próprio, numa gravação difundida pela CCTV, na qual o livreiro de Hong Kong se assume como culpado de um crime de atropelamento e fuga, presumivelmente ocorrido em 2004, do qual estaria profundamente arrependido e pelo qual pretenderia ser exemplarmente punido.
Estas explicações roçam o patético, o imbecil, e tratam os destinatários da mensagem como perfeitos debilóides.
Cinco livreiros desaparecidos, todos profundamente críticos do regime comunista chinês, dois dos quais presumivelmente a colaborar voluntariamente com o regime que tanto criticam.
E os outros três?
Também estão a colaborar voluntariamente??
Num caso potencialmente tão grave, que pode muito bem envolver uma violação flagrante do princípio "um país, dois sistemas", pretender apresentar este tipo de explicações é quase ofensivo.
Quando via e ouvia as declarações de Gui Minhai confesso que só uma frase me vinha à memória - "o coelhinho foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo".
Convenhamos que a explicação oficial dada para supostamente justificar uma situação de extrema gravidade é em tudo equivalente a este célebre slogan publicitário.

A garrafa de "Mouton Rothschild", safra 1928.



Consta que, certa noite, anos atrás, um homem entrou com a namorada no restaurante Lucas Carton, em Paris, e pediu uma garrafa de "Mouton Rothschild", safra 1928.
O empregado de mesa, em vez de trazer a garrafa para mostrar ao cliente, traz o decante de cristal cheio de vinho e, depois de uma mesura, serve um pouco no cálice para o cliente provar. 
O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir o aroma,fecha os olhos e cheira o vinho. 
Inesperadamente, franze a testa e, com expressão muito irritada, pousa o copo na mesa, comentando rispidamente: 
- Isto aqui não é um Mouton de 1928! 
O empregado de mesa assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é. 
Estabelece-se uma discussão e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chefe de mesa e o gerente do hotel, que tentam convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um Mouton de 1928. 
De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza, que aquele vinho não é um Mouton de 1928. 
- O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente modestamente, e fui eu que fiz esse vinho. 
Consternação geral. 
O empregado de mesa então, de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse, pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, mas explica seus motivos: 
- Desculpe, mas não consegui suportar a idéia de servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante. Afinal, o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon, que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é feita na mesma época, a poda é a mesma e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se afirmar que os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica. 
Rothschild, então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o empregado de mesa pelo braço e murmura-lhe ao ouvido: 
- Quando voltar para casa esta noite peça à sua namorada para se despir completamente. Escolha dois orifícios do corpo dela muito próximos um do outro e faça um teste de olfacto. Você perceberá a subtil diferença que pode haver numa pequeníssima distância geográfica. 

In vino veritas

19 de janeiro de 2016

José Peseiro é o senhor que se segue.


Depois de terem sido avançados muitos nomes, que presumivelmente estariam na linha de sucessão a Julen Lopetegui, afinal é José Peseiro que deixa o Egipto (Al - Ahly) para vir treinar o Porto.
Não é difícil adivinhar que os responsáveis da SAD portista virão agora dizer que José Peseiro foi sempre a primeira escolha, a única até.
Mas é muito difícil acreditar neste cenário.
O mais provável é que, perante a dificuldade de encontrar alguém disponível no mercado, e com vontade de treinar o Porto, a SAD portista tivesse que recorrer a uma segunda (pelo menos...) opção.
Treinadores disponíveis no mercado não são muitos.
Muito menos com aquele que seria o perfil idealizado pela SAD portista - português, jovem, com ambição.
André Villas - Boas, Marco Silva, Leonardo Jardim, todos têm contrato com os clubes que representam, cotação em alta, uma situação estável, que muito dificilmente abandonariam para abraçar um projecto arriscado como é o do actual FC Porto (já para não referir o impossível José Mourinho...).
Sérgio Conceição, Nuno Espírito Santo, Paulo Bento, seriam nomes mais plausíveis.
Mas acredito que todos pretenderiam um projecto a longo prazo.
Projecto a longo prazo que o Porto não lhes terá oferecido.
Por muito que isso custe aos portistas (e eu sou um deles) o FC Porto actual constitui um risco tremendo para um treinador jovem mas já com algum prestígio.
Não é assim com José Peseiro.
Aquele que será o próximo treinador do Porto deixou em Portugal uma imagem de "pé-frio" depois de tudo ter deitado a perder no Sporting e de ter deixado o Braga atrás do Paços de Ferreira de Paulo Fonseca.
Neste contexto, José Peseiro, a trabalhar num obscuro campeonato egípcio, nada arriscará neste seu regresso a Portugal.
Se tudo correr mal, o treinador continuará com o mesmo rótulo que já traz colado há muito tempo, nem mais nem menos.
Se correr bem, não só descolará esse rótulo, como poderá garantir um projecto de futuro no FC Porto.
FC Porto que também pouco arrisca com a contratação de José Peseiro.
Afastados da Liga dos Campeões, virtualmente afastados da Taça da Liga, em situação muito complicada na Liga e na Liga Europa, a contratação de José Peseiro, que não será um treinador caro, para os dirigentes portistas poderá ser um mero expediente até ao final da época, ou o início de um projecto mais profundo se José Peseiro conseguir reverter a actual situação.
José Peseiro, com uma imagem desgastada em Portugal, terá muito trabalho no Porto.
Muito trabalho para arrumar uma equipa desarrumada, motivar uma equipa e jogadores desmotivados.
Tudo em competição e sem uma rectaguarda forte que costumava ser apanágio do FC Porto.
Mas, em boa verdade, sem nada a perder do ponto de vista pessoal.

Je suis piropo (Guilherme Duarte)


Por isso, aqui fica o novo acordo de piropos com o antes e o depois:  
«Ó flor, dá para pôr»
Peço perdão mas a senhora é dotada de tamanha beleza que se assemelha à estrutura reprodutora das plantas Angiospérmicas, de tal forma que me é impossível deixá-la passar por mim sem que lhe pergunte se me é possível introduzir... conversa. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
És como um helicóptero: gira e boa...
A senhora tem feições tão delicadas que desperta o Quim Barreiros que há em mim, o que me leva a fazer um trocadilho entre o adjectivo "gira" com as hélices do veículo de motor giroscopico, vulgo helicóptero. Sendo que não sou do norte, como piada, apenas, irei também fazer o trocadilho com "boa", de voar, pelo facto da senhora também ser dona de um belo corpo que aposto que está, também ele, preenchido por uma personalidade sublime e que adoraria conhecer. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
Ó febra, junta-te aqui à brasa.
Não querendo de qualquer forma ferir as suas susceptibilidades no caso de ser vegetariana, mas a senhora possui massa corporal de fazer lembrar o corte em fatias da perna de gado porcino. Como tal, gostaria de a convidar a aconchegar-se junto da zona do meu corpo cuja temperatura está mais alta devido ao sangue que lhe aflui de momento. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
Ó estrela, queres cometa?
Caríssima donzela, não pude deixar de reparar que emana um brilho resplandecente capaz de ofuscar quem a olhar sem óculos de protecção. Gostaria, portanto, de a indagar se pretende interagir com um corpo do sistema solar cujo nome original grego quer dizer «cabeleira da cabeça». Pode parecer uma metáfora para sexo anal, mas garanto-lhe que é uma oferta desprovida de segundas intenções. Obrigado e um bem haja. 
Ó jóia, anda aqui ao ourives.
Peço desculpa por incomodar, mas a senhora assemelha-se a uma mistura de metal com pedra preciosa. Gostaria, portanto, de saber se poderia locomover-se até a um raio de um metro de mim para que eu lhe mostre as minhas capacidades de manuseamento de materiais preciosos. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
Ó filha, com um cuzinho desses deves cagar bombons...
Peço desculpa, mas a senhora possui uns glúteos de tal forma bem torneados que me apraz dizer-lhe que nem acredito que pelo seu excelso esfíncter sejam expelidas fezes. Acredito que pelo seu orifício traseiro saia uma espécie de mousse de chocolate ou Ferrero Rocher, em dias que comeu muito pão. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
Ó filha, fazia-te um pijaminha de cuspo.
Estando eu preocupado com o seu bem-estar e com o frio que se avizinha. Se me permitisse, prometo que lhe faria umas vestes de dormir feitas inteiramente em saliva, lambendo-a como fazem os gatos às suas crias. Seria um dois em um, sendo que o ritual de tomar banho e vestir o pijama seria feito de uma assentada. Uma proposta que aumenta a produtividade e a maximização do tempo. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
O teu cu parece uma serra eléctrica: não há pau que lhe resista!
Permita-me proactividade de afirmar que os seus glúteos parecem ter mais potência do que uma serra motorizada a gasolina. Utilizo esta metáfora, aproveitando também para comparar o meu pénis a um tronco de madeira, para dizer é impossível resistir a tal atracção fatal. Com esta metáfora realço também o facto de elogiar a dureza da sua musculatura traseira, dado que seria capaz de me partir o pénis carvalhesco. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
Posso pagar-te uma bebida ou preferes em dinheiro?
Não querendo ser indelicado, gostaria de a a convidar para tomar um refresco, quiçá um sumo detox. Não podendo, a senhora, aceitar o meu convite, ofereço-me para lhe dar cinco euros para que possa tomar uma bebida por minha conta e aproveitar este belo dia na excelente companhia de si própria. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 
Com umas bóias dessas o Titanic não tinha ido ao fundo.
Como forma de elogio às suas fantásticas glândulas mamárias, gostaria de as congratular, em tamanho e feitio, dizendo que acaso estivesse no penoso naufrágio do Titanic, na manhã de 15 de Abril de 1912, creio que este não se teria afundado. A ter acontecido tal tragédia, aposto que tanto o Di Caprio como a Kate se conseguiriam sustentar à superfície da água devido ao princípio de Arquimedes, vulgo impulsão, garantido por seus magníficos bagos mamíferos. Sem segundas intenções me despeço, obrigado e um bem haja. 

Quem quiser ler todo o texto só tem que passar por aqui

18 de janeiro de 2016

Prémios no exército


O Exército decide dar prémios aos seus soldados.Cada militar tem que escolher dois pontos no corpo e recebe 100 euros por cada centímetro de distância entre eles.
O primeiro pede para ser medido da ponta dos pés até ao topo da cabeça. 
1m80, 18,000 euros. 
O segundo pede para ser medido da ponta dos pés até às pontas das mãos. 
Estica-se todo, 2m10, 21,000 euros. 
O terceiro, um soldado já velhote, diz: 
- Da ponta da gaita até aos testículos! 
- Ora… Guarde lá as graçolas para as raparigas. Diga lá de onde a onde é que vai ser. 
- Já disse! Da ponta da gaita até aos testículos! Toca a medir! 
- Pronto, está bem. Se é assim que quer, seja! 
O soldado baixa as calças, o médico começa a desenrolar a fita e diz: 
- Ui… Onde é que estão os seus testículos? 
- Em Angola! Vá, vai desenrolando! 

BOA SEMANA!

Queixa na polícia


Senhor agente, venho apresentar queixa contra um safado que me mandou um piropo. Eu ia a passar e ele teve o descaramento de dizer que eu era toda boa!
- Oh minha senhora, o piropo já foi criminalizado, mas a mentira ainda não!


O carro do sogro


Um tipo leva a amante a um motel e, quando lá chega, vê o carro do sogro estacionado à porta.
Com que então o malandreco do meu sogro também anda nisto, hein ?! Vou desincentivá-lo.
Rouba-lhe o rádio do carro e faz alguns riscos na chapa.
No dia seguinte liga para o sogro e encontra este furibundo.
- O que se passou, meu caro sogro?Por que está tão zangado?
- Emprestei o meu carro à tua mulher, para ir à igreja, e não só roubaram o rádio do carro, como ainda o riscaram todo.

15 de janeiro de 2016

Post profundamente anti radicalismo islâmico

 Pórticos anti-islamitas instalados em Espanha

Muçulmano no paraíso após o uso de cinto de explosivos

Acontece-me cada coisa !!!



999 call - Allahu Akbar 
An Emergency Call Center worker has been fired in Edinburgh, Scotland, much to the dismay of her colleagues, who are reportedly unhappy with her dismissal.
It seems that a caller dialed 999 from a cell phone stating, "I am depressed and lying on a railway line so that when the train comes I can finally meet Allah."
To which the call center employee replied, "Remain calm and stay on the line."



Aux cours du soir - Spécial 3éme âge 
Un papy se présente aux cours du soir pour les seniors, s'adresse à la jeune prof et lui demande : 
" Bonjour madame, je désire m’inscrire à un cours de langues mortes ".
" C'est tout-à-fait possible, monsieur. Mais désirez-vous apprendre le latin ou le grec ancien ? "
" Ni l'un ni l'autre Madame. Je voudrais apprendre l’Araméen, la langue parlée par Jésus ! "
" Mais mon bon monsieur, ça n’existe plus l'Araméen, c’est une langue éteinte depuis près de 2000 ans. Et pour quelle raison voudriez-vous spécialement parler l’Araméen ?"
" Ma petite dame écoutez : je ne vivrai sans doute plus très longtemps. Alors, en arrivant au Paradis, j’aimerais pouvoir m’adresser directement au Christ, dans sa propre langue ! "
" C'est bien ça monsieur, mais qui vous dit que vous irez au Paradis ? Peut-être irez-vous en enfer ? "
" Ça c’est pas grave, je parle déjà couramment l'arabe ! "
BOM FIM-DE-SEMANA!

14 de janeiro de 2016

Testes militares norte-coreanos


O regime norte-coreano é, já todos o sabemos, reclusivo, fechado, baço, tresloucado, inacreditável.
A própria propaganda do regime, a nível interno e externo, é fortemente psicótica.
O último exemplo, que deixou o Mundo aturdido e alerta, foi dado pelo presumível teste militar efectuado com recurso a uma bomba de hidrogénio.
Teria o regime norte-coreano capacidade para produzir este tipo de armamento?
A nublosa da dúvida ainda não se dissipou por completo, algo que é sempre muito complicado quando está em causa um Estado pária, que vive fechado e isolado.
No entanto, e com base nos testes realizados por diversos especialistas, a presumível bomba de hidrogénio (ainda) não existirá.
"Lil' Kim" terá feito uns disparos com zagalotes, não a partir de um submarino mas de um bote de borracha, matou uns pardais  ali à volta, fez muito barulho para dentro e para fora do país, ficou debaixo dos holofotes uma vez mais como tanto gosta.
E estava (estaria...) preparado para fazer mais umas exigências negociai$ para parar com os seus testes nucleares.
Para o bem de todos, esperemos que seja mesmo assim, que mais uma vez a realidade seja tão simples quanto isto - o minorca precisa de dinheiro.
Se assim for, para além de criminoso e lunático, Kim Jong - Un apresentou-se como incrivelmente burro.
Porque o teste, que afinal nem terá existido, conseguiu irritar toda a gente, incluindo o seu único aliado no Planeta, a China.
E assim nem ma$$a há "Lil' Kim". 

Outros por Bowie

13 de janeiro de 2016

A detenção de Roman Khromov


Roman Khromov é um cidadão russo de 31 anos que viaja há quatro anos um pouco por todo o Mundo recolhendo impressões para escrever um livro relatando as suas experiências.
Infelizmente, quando chegar o momento de relatar a sua experiência em Macau, Roman Khromov irá relembrar um episódio que as autoridades policiais de Macau terão que esclarecer muito bem.
Isto porque o cidadão russo afirma que foi abusivamente detido no passado sábado quando exibia fotografias de sua autoria na Rua do Campo.
Ainda de acordo com o relato do mesmo, a justificação para tal detenção, e procedimentos posteriores (identificação, impressões digitais,...), terá sido a ocupação de espaço público sem licença.
A ser verdade, estaríamos perante um caso típico de pejamento.
Pejamento que deve efectivamente ser autorizado administrativamente (licença administrativa).
Quando essa licença não existe, ou não é válida, dá-se a prática de infracção administrativa, cuja sanção legalmente prevista é a aplicação de uma pena de multa.
Haverá certamente à volta de todo este episódio rocambolesco algo que ainda não conhecemos para que Roman Khromov tivesse sido detido.
Sabendo-se que a prática de infracções administrativas nunca pode implicar a aplicação de penas privativas da liberdade, cabe às autoridades policiais esclarecer cabalmente esta situação, explicar todos os contornos da mesma, para que a imagem de Macau não seja afectada por um episódio até agora muito mal explicado e que Roman Khromov afirma não ser caso único.

Bowie por outros

Hoje é a vez de ouvirmos Bowie reinventado por outros.
A "tétrica do horror" (Bauhaus) na versão de Ziggy Stardust.

12 de janeiro de 2016

Hotel Estoril - já vai sendo tempo de tomar decisões


Vivo em Macau há já vinte anos.
E o Hotel Estoril que sempre conheci foi aquela estrutura decrépita e abandonada que ainda hoje existe no local (a piscina é uma excepção porque sempre foi utilizada pela população).
Ao longo destes anos houve vários planos para revitalizar o local, os quais, por uma razão ou outra, foram ficando pelo caminho.
E a estrutura foi literalmente apodrecendo.
Finalmente, quando apareceu um plano muito concreto para aproveitar aquela localização privilegiada, surgiram várias vozes a defender a necessidade de preservar a estrutura há tantos anos esquecida.
Não sendo especialista na área da preservação do património, nem sendo adepto de dizer umas coisas, de dar uns "bitaites" acerca de temas que não domino minimamente (as consultas à população acerca de temas com grande componente técnica fazem-me imensa confusão, confesso), julgo que é chegado o momento de ser tomada uma decisão acerca do destino a dar ao Hotel Estoril.
Já se consultaram especialistas, já se consultou a população (os resultados foram dados a conhecer ontem), é tempo de ser tomada a decisão política.
Seja em que sentido for, terá ser tomada, assumida, posta em prática.
E, de uma vez por todas, terá que ser aproveitado aquele espaço.
Aproveitamento que terá que passar pela intervenção dos poderes públicos já que a iniciativa privada não conseguiu, ou não quis, revitalizar o local.

David Bowie (8 de Janeiro de 1947/10 de Janeiro 2016)

O "camaleão" partiu.
Os três próximos dias serão dedicados ao seu génio.
Uma pequena homenagem com Bowie a cantar Bowie, outros a recriar Bowie, Bowie a recriar outros.
Começando com um momento obrigatório no seu percurso musical.

11 de janeiro de 2016

Exageros ao telemóvel


Uma óptima ideia para calar quem vive agarrado ao telemóvel e que fala sem parar à frente de todos!
O que todos deveríamos fazer.

Depois de um longo e agitado dia de trabalho, um homem sentou-se no comboio, recostou-se e fechou os olhos.
Quando o comboio saía da estação, a mulher que se sentara a seu lado, pegou no telemóvel e começou a falar bem alto:
-"Olá meu amor, aqui é a Susi, já estou no comboio... sim, eu sei, é o das seis e meia... não apanhei o das quatro e meia porque estive numa reunião que nunca mais acabava...
Nãooooo, não foi com o Leandro dos Recursos Humanos, foi com o meu chefe...
Nãooooo amor, és o único da minha vida, tu sabes...... sim meu amor, amo-te tanto, bla, bla, bla, bla, bla,..."
Passados 15 minutos, a mulher continuava a falar, a falar, a falar, e sempre alto.
O homem, já cansado de a ouvir, aproximou-se dela, e com voz clara, disse quase encostado ao telemóvel:
- "Susi, desliga o telemóvel e volta para a cama!!!"

(Todas da habitual colaboração com o FerreirAmigo)

BOA SEMANA!

Teste de alcoolemia


Um indivíduo, bêbado que nem um cacho, foi mandado parar para um teste de alcoolemia.
Diz o guarda:
- O sr. bebeu alguma coisa hoje?
- Com certeza sr. Guarda.
A minha sobrinha casou hoje e antes de ir para o casamento enfiei logo umas cervejolas.
No banquete mamei umas 3 ou 4 garrafas de tintol e à noite na festa bebi 2 garrafas de Johnny Walker rótulo preto.
Hic!!!
- E o sr. sabe que eu sou da Brigada de Trânsito e isto é um controle de alcoolemia?
- Sei perfeitamente sr. guarda.
E o sr. guarda já reparou que este carro é inglês, tem o volante do outro lado e quem está a conduzir é a minha mulher???

O Sol e a Lua


Certo dia uma estrelinha que brilhava no céu virou-se para o Sol e perguntou-lhe:
Ó Sol tu que és tão bonito e brilhas tanto porque não casas com a Lua?
Casar com aquela gaja que anda sempre na noite, sempre de quarto em quarto e às vezes aparece cheia?!
A estrelinha foi-se embora um pouco triste e foi ter com a Lua:
Ó Lua tu, que estás tão solitária, porque não casas com o Sol?
Eu? Casar com aquele gajo que demora 12 horas a pôr-se e outras 12 a vir-se?!

8 de janeiro de 2016

O elevador

Um garoto Amish de 20 anos e o seu pai estão num shopping center. Estão maravilhados por tudo o que vêem, mas principalmente por duas paredes brilhantes, prateadas que se abrem e fecham de vez em quando.
 
O filho pergunta: "o que é isso, pai?"
O pai, que nunca havia visto um elevador, responde: "Filho, nunca vi isso na minha vida, não sei o que é".
Enquanto pai e filho continuam olhando maravilhados, uma velha senhora gorda chega na sua cadeira de rodas eléctrica e aperta o botão. As paredes se abrem e a senhora entra naquilo que os dois Amish crêem ser um quartinho. As paredes fecham-se e os dois ficam vendo os números mudarem no visor acima do botão.
Eles continuam olhando até que os números começam a mudar em sentido contrário. Finalmente as paredes se abrem novamente, saindo de lá de dentro uma linda mulher de 24 anos.
  O pai, que não consegue tirar os olhos da mulher, diz baixinho ao filho: 
"Vai buscar a tua mãe"!!

(Todas recebidas do suspeito do costume)

BOM FIM-DE-SEMANA!

Iguaria espanhola

Um turista estava bebericando sua tequila em um restaurante em Cabo San Lucas, quando notou uma bandeja fervilhante, com uma comida de aparência deliciosa sendo servida na mesa ao lado, e perguntou ao garçon:
- O que é que você acabou de servir?
O garçon respondeu:
- Señor, es la preferencia de quien tiene muy buen gusto! Estos se llaman "Cojones de Toro", son los testículos de um toro que combatió e se ha muerto en la arena en esta mañana. Es una delicia!
Cheirava tão bem que o turista disse:
- Traga-me um prato desses.
- Perdón, senhor, disse o garçom. Hay apenas uma servida al dia, porque tiene solamente una toreada a cada mañana. Si usted llegar temprano mañana y hacer su solicitud es possible la reserva de este manjar.
Na manhã seguinte, o turista voltou, e fez a sua reserva.
Naquela noite foi-lhe servido aquela única e especial iguaria do dia... Depois de algumas mordidas e fiscalizar o seu prato, ele chamou o garçom e disse:
- Estão deliciosos, mas eles são muito... muuuito menores do que os que eu vi você servindo ontem.
O garçon encolheu os ombros e respondeu:
- Bueno, señor... As veces el toro vence...