30 de janeiro de 2015

Joãozinho e a sua sirene


Um bombeiro à civil ia passeando, quando repara que do outro lado da rua, está um menino vestido de bombeiro, sentado em cima de um carrinho de bombeiros, puxado por um Cão e um Gato.
Só que enquanto o Cão tem a coleira ao pescoço, o Gato tem a coleira à volta dos testículos.
Intrigado com tal situação, aproximou-se da criança e começou a falar :
- Olá. Como te chamas?
- João.
- Olá João… pelos vistos queres ser bombeiro?
- Pois quero.
- Sabes eu também sou bombeiro, só que não estou fardado. Foste tu que fizeste a roupa e o carrinho?
- Fui.
- Está muito bem feito. Como não tens motor, puseste o Cão e o Gato a puxar-te. Muito engenhoso sim senhor. Mas olha, se apertares a coleira do Gato no mesmo sitio onde apertaste a do Cão, vais andar muito mais depressa.
- Pois é, eu sei mas ... assim não tinha sirene!!!
 
BOM FIM-DE-SEMANA!!

Joãozinho e as lombrigas

O professor coloca quatro lombrigas em quatro tubos de ensaio separados:
1. A primeira lombriga em álcool;
2. A segunda lombriga em fumo de cigarro;
3. A terceira em esperma;
4. A quarta em água mineral.
No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:
1. A primeira lombriga, em álcool, está morta;
2. A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
3. A terceira, em esperma, está morta;
4. A quarta, em água mineral, é a única viva e saudável.
O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial, e pergunta à classe:
- "O que podemos aprender desta experiência?"
Logo responde o Joãozinho:
- "Quem bebe, fuma e faz sexo não tem lombrigas!"

Joãozinho e o banho no quintal

Domingo de Sol. 
Joãozinho e Maria tomam banho de mangueira no quintal, nus.
 Cansada de ver o Joãozinho a brincar com o seu "brinquedo", a Maria diz: 
- Joãozinho, também quero mexer no teu brinquedo! 
Olhando desconfiado, o Joãozinho responde: 
- Nem pensar! Já partiste o teu, agora queres partir o meu??!!

29 de janeiro de 2015

Macau (mais uma vez!) exemplo pelas piores razões




Quando o Mundo festejava o 70º aniversário da libertação de Auschwitz, o estertor do regime nazi, a derrota dos ideais xenófobos, racistas, Macau foi (mais uma vez!) exemplo pelas piores razões.
Responsável por este mau exemplo, a deputada eleita directamente nas listas da Associação dos Operários, Kwan Tsui Hang.
A deputada que, sem qualquer pudor ou resquício de humanismo, sugere o agravamento das taxas de saúde a aplicar aos trabalhadores não residentes porque estes estão a exaurir uma fatia considerável dos recursos no sector, em particular na área de obstetrícia, que podiam, na perspectiva obtusa da referida senhora, ser melhor aproveitados pelos locais.
Não vou recorrer a estatísticas, à frieza e ao carácter impessoal dos números, para combater a perfídia da senhora deputada.
Vou antes recorrer à minha experiência enquanto cidadão residente permanente e pai de duas filhas.
Os cuidados que foram dispensados à minha mulher e às minhas filhas, no nascimento de ambas e nos dois partos a que tive a felicidade de assistir, foram excelentes.
Não sei se havia parturientes não residentes no hospital nessas duas ocasiões nem nunca me passou pela cabeça investigar tal possibilidade porque pura e simplesmente não tinha a mínima relevância.
Mas não acredito que tenhamos sido bafejados pela sorte nem que os restantes partos em Macau sejam minimamente afectados pela eventual presença de parturientes não residentes nos hospitais quando as residentes a estes se deslocam.
A atitude da senhora deputada fere a minha sensibilidade, choca a minha formação humanista.
E só me merece um comentário, relacionado com a efeméride que deveria estar diariamente presente na memória e na vivência de todos os seres humanos – não são precisas câmaras de gás para condenar inocentes à morte em razão da sua raça, ascendência, etnia ou proveniência.

Semáforos dançantes em Lisboa

Nunca vi estes semáforos em Lisboa.
Mas a ideia é simplesmente brilhante.

28 de janeiro de 2015

Extermínio e Terror 70 anos depois


27 de Janeiro de 1945 - o Exército Vermelho libertava Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio até então conhecido pela Humanidade, onde terão  sido mortas pelo menos um milhão de pessoas. 
O pesadelo terminava, o Horror tinha um fim.
O Homem não iria doravante eliminar o seu semelhante com base na raça, no credo, nas convicções políticas.
A memória de Auschwitz assim o exigia, o respeito para com as vítimas do genocídio nazi não permitiam que algo de semelhante se repetisse.
Setenta anos depois, a desilusão.
Os campos de extermínio nazi não existem.
Outros campos de extermínio existiram depois de Auschwitz, noutras latitudes, com outras vítimas.
E o Mundo percebeu que não são precisos muros e campos fechados para que o morticínio, a brutalidade, a barbárie, continuem a existir.
Vivemos uma época que devia ser caracterizada pela paz e pela prosperidade.
Ao invés, todos os dias, nas mais rotineiras actividades, somos confrontados com o absoluto horror, com o medo colectivo que nos tolhe a razão e os movimentos.
Valores fundamentais como a liberdade, a tolerância, o respeito pelo outro, estão hoje largamente ameaçados e são abertamente desrespeitados.
A memória de Auschwitz,  de todos os Auschwitz, merecia um Mundo melhor.
Um Mundo melhor que não poderá ser construído apenas com desfiles episódicos e hipócritas sempre que um qualquer acontecimento agita consciências pesadas.
Suster e prevenir a barbárie exige muito mais do que desfiles e discursos inflamados das lideranças a nível mundial.
Para que tragédias como Auschwitz, ou outras que parecem bem longe do paradigma de Auschwitz, de uma vez por todas sejam erradicadas e efectivamente nunca mais se repitam.

GRANDES DIFERENÇAS SOCIAIS, MAS NÃO SUBSTANTIVAS


Rico de uniforme :- Oficial
Pobre de uniforme :- Porteiro

Rico com uma arma :- Praticante de tiro
Pobre com uma arma :- Assaltante

Rico com uma pasta :- Executivo
Pobre com uma pasta :- Paquete

Rico com motorista :- Milionário
Pobre com motorista :- Preso

Rico de sandálias :-Turista
Pobre de sandálias :- Mendigo

Rico que come muito :- Gourmet
Pobre que come muito :- Esfomeado

Rico a ler um jornal :- Intelectual
Pobre a ler um jornal :- Desempregado

Rico a coçar-se :- Alérgico
Pobre a coçar-se :- Sarnento

Rico a correr :- Desportista
Pobre a correr :- Ladrão

Rico vestido de branco :- Médico
Pobre vestido de branco:- Padeiro

Rico a pescar :- Lazer
Pobre a pescar :- Necessidade

Rico a subir um monte :- Montanhista
Pobre a subir o monte :- De volta a casa

Rico num restaurante :- Cliente
Pobre num restaurante :- Empregado

Rico barrigudo :- Bem sucedido
Pobre barrigudo :- Cirrose

Rico a coçar a cabeça :- A pensar
Pobre a coçar a cabeça :- Piolhoso

Rico parado na rua :- Peão
Pobre parado na rua :- Suspeito

Rico a conduzir um Mercedes :- Proprietário 
Pobre a conduzir um Mercedes :- Motorista

Rico na loja :- "Eu compro."
Pobre na loja :- "Estou só a ver."

Rico a chorar :- Sensível
Pobre a chorar :- Piegas

Rico traído :- Adultério
Pobre traído :- Corno

Rico com dor de barriga :- Desarranjo Intestinal
Pobre com dor de barriga :- Caganeira

Rico bem vestido :- Empresário
Pobre bem vestido :- Corrupto

Rico de fato :- Administrador
Pobre de fato :- Morto

27 de janeiro de 2015

Um voto de protesto


A Grécia já tem um novo Governo.
Alexis Tsipras e Panos Kamennos, a Esquerda Radical e os Gregos Independentes, formaram uma união de todo improvável, quase contra natura, que lhes permite uma maioria de governação.
Fica a dúvida - que programa irá apresentar um executivo que une dois partidos quase nos antípodas do espectro partidário grego?
O que se percebe do resultado destas eleições, e da coligação que agora se forma, não é de todo uma novidade - a Grécia uniu-se num voto de protesto.
De protesto contra a austeridade cega, contra medidas draconianas que deixaram o país escangalhado, furibundo.
Foi essa fúria que uniu Tsipras e Kamennos e que provocou a queda com estrondo da Nova Democracia e do Pasok, ambos associados pelo povo grego às grandes dificuldades que o país enfrentou e por isso mesmo fortemente penalizados no momento da votação.
Nada mais une Tsipras e Kamennos que não seja o grito que tantas vezes se ouviu no Sul da Europa - não pagamos!!
O exagero eleitoralista, demagogo, populista, dará muito provavelmente origem a um processo de renegociação da dívida grega com os credores.
A Grécia avança decidida para um processo que devia ter sido seguido desde o início por uma troika autista, teimosa, arrogante, que contou com o beneplácito de uma União Europeia atávica - um processo de negociação das condições de liquidação de um empréstimo que não implique o definhamento do devedor e simultaneamente não prive o credor daquilo a que tem direito.
A grande incógnita que resulta deste complexo processo eleitoral e pós-eleitoral é perceber se, como nos relacionamentos afectivos,  as leis da Física (que ensinam que os opostos se atraem) se sobrepõem às regras da Lógica (que ensinam que se atraem mas não se entendem).

Na Época da outra senhora


Não deixa de ser engraçado
Na época da ditadura
  
Podíamos acelerar os nossos automóveis nas auto-estradas acima dos
120km/h sem nenhum risco  e não éramos multados por radares
maliciosamente escondidos mas...
 não podíamos falar mal do presidente.
  Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem
era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas...
 não podíamos falar mal do Presidente.
  Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à  recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas...,
 não podíamos falar mal do Presidente.
 Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei!
preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!)
e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas...
 não podíamos falar mal do presidente.
  Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do
trabalho para relaxar e conduzir o carro para casa, sem o risco de sermos
jogados à vala da delinquência, sendo presos por estarmos "alcoolizados"
mas...
 não podíamos falar mal do Presidente.
  Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de pragas, sem que isso constituísse  crime ambiental mas...
 não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de
carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos
assaltados, sequestrados ou assassinados mas....
 não podíamos falar mal do presidente.
 
 
 
 
  Hoje, a única coisa que podemos fazer
 ...é falar mal do presidente!

 
Como os tempos mudaram!!!

26 de janeiro de 2015

De mestre



Um velhinho caminhava tranquilamente e, quando passa em frente a uma casa de meninas, uma prostituta grita:

-Olá avozinho! Por que não experimenta?
O velhinho responde:
-Não, filha, já não posso!
A prostituta pensando que podia ganhar alguma coisinha:
-Ânimo com isso!! Venha,vamos tentar…
O velhinho entra e funciona como um jovem de 25 anos - 3 vezes e sem descanso.
-Élahhh! – diz espantada a prostituta
–E ainda diz que já não pode mais?!
E velhinho responde:
-Ahhh, o sexo eu posso, o que não posso é pagar. 
TINHA TODO O MEU DINHEIRO NO “BES”!!! 

BOA SEMANA!!




Vejam como é mau não saber Latim


Vejam  lá se sabem o que querem dizer em português as seguintes frases em Latim:

“ADEMUS AD MONTEM FODERE PUTAS CUM PORRIBUS NOSTRUS”

e
“PISCIS FODERAM CONAE”

Ora bem,
as traduções correctas são:


“VAMOS À MONTANHA PLANTAR BATATAS COM AS NOSSAS ENXADAS”
e
“OS PEIXES RASGARAM AS REDES”


Se soubessem Latim, não pensavam em asneiras!

Ou achavam mesmo que ia publicar algo que não fosse de cariz cultural????

UN SIECLE DE FITNESS RESUME EN DEUX PHOTOS


LA DIFFÉRENCE C'EST QU'EN 1913, A LA FIN ... TU AVAIS LES PATATES !

23 de janeiro de 2015

Desejo sexual


Nunca entendi o porquê das necessidades sexuais dos homens e das mulheres serem tão diferentes.
Nunca entendi todas essas baboseiras que dizem, entre as quais que a mulher vem de Vénus e os homens de Marte.
E também nunca entendi porque é que os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
No entanto, uma noite eu e a minha gaja fomos para a cama.
Claro... começamos a acariciarmo-nos, o agarranço do costume, apalpão nos traseiros, etc...
O problema é que já estava eu bem na vertical, quando ela me diz:
- Oh amor!.. agora não tenho vontade. Por favor abraça-me somente.
E a gaja diz-me isto com uma cara de cínica do caraças!...
E eu:
-QUÊÊÊÊ??????
E então virou-se para mim com aquelas palavras femininas mágicas que todas têm na ponta da língua:

-Vocês são todos iguais!!! Não sabem entender as necessidades sentimentais de uma mulher'.
- ORA *DDDAAAAA-SEEEEE!!!
No final de contas, não ia haver nada nessa noite.
Fodido, guardei os óleos afrodisíacos, apaguei as velas, tirei o CD do Alejandro Sanz (nestes momento funciona quase sempre), tomei um duche de água gelada para acalmar a besta, e deitei-me a ver o 'Discovery' bem alto, para a velha da sogra não dormir.
Após alguns tempo, adormeci.
No dia seguinte fomos às compras ao Corte Inglês; entrámos numa loja, eu estava a ver relógios enquanto ela experimentava 3 modelos caríssimos da Cartier
Como mulher que é, não conseguia decidir-se por nenhum e então, farto
de estar ali, disse-lhe:
- Leva os 3 amor.
Então disse-me olhando para uns sapatos de 290€, que estava mesmo a precisar de calçado. Eu respondi que me parecia bem.
Fomos de seguida à secção de roupa, de onde saímos com 2 modelos Channel, uma écharpe de plumas Fátima Lopes e mais uma mala Louis Vuitton .
Ela estava tão emocionada.
Eu penso que ela achava que eu tinha enlouquecido, mas lá ia trazendo as compras todas atrás dela.
Penso também que me estava a pôr à prova quando me pediu uma saia curtíssima para jogar ténis... (nem correr sabe... quanto mais jogar ténis).
Entrou em choque quando lhe disse: compra tudo o que quiseres, meu amor.
Eu acho que ela estava quase sexualmente excitada depois de tudo isto.
E virou-se para mim: vem carinho, vem meu doce, meu sol, minha vida (e outras lamechices mágicas de todas as mulheres): Vamos à caixa pagar.
Foi aí que, estando apenas uma pessoa à nossa frente para pagar, lhe disse:
- Oh amor!.. agora não tenho vontade de comprar tudo isto.
Bem, a cara dela só visto. Ficou pálida então quando lhe disse:
- Abraça-me somente!
Ficou como quem ia desmaiar a qualquer momento. Ficou com a parte esquerda do corpo e o tique da sobrancelha direita a vir ao de cima.
Balbuciou:
- QUÊÊÊÊÊ??????
Respondi-lhe, magoado:
- Vocês são todas iguais!! Não sabem entender as necessidades financeiras de um homem.

BOM FIM-DE-SEMANA!

Na garagem


Um tipo chega a casa e apanha a mulher na cama com outro.
Aponta uma arma ao gajo e leva-o para a garagem.
Já na bancada de ferramentas, prende-lhe a pila no torno 
e aperta-a até o homem não a poder tirar.
Deita então a manivela do torno fora.
Pega depois num serrote e mete-o nas mãos do homem.
Este, assustado, pergunta:
- Para que é que eu quero o serrote?
O "enganado" responde-lhe:
- Isso é contigo... eu cá vou largar fogo à garagem!

Abelhas e golfe


Uma mulher tinha acabado de começar a sua ronda de golfe quando foi picada por uma abelha.
A dor era tanta que decidiu regressar ao ‘clubhouse’ para pedir ajuda e reclamar.
O ‘Pro’ viu-a entrar e perguntou: “De regresso tão rápido? O que aconteceu?”
“Fui picada por uma abelha” disse ela.
“Onde?” perguntou ele.
“Entre o 1º e 2º buraco” respondeu ela.
Ele abanou a cabeça e disse:
'Tinha os pés muito afastados.'

22 de janeiro de 2015

Uma estrela em ascensão


O Executivo atravessa aquele período, aquele estado de graça que acompanha as novidades, e está claramente a entusiasmar.
Novas caras, nova forma de enfrentar os problemas existentes, novo discurso, é o que parecem indiciar estes primeiros dias de actuação.
De entre todos os novos Secretários, há um que nitidamente se destaca dos restantes - Alexis, Tam Chon Weng.
A mundividência, a formação académica e a experiência profissional que o acompanham, e que transmite no desempenho do cargo, contribuem muito para este destaque.
Alexis Tam não cai no discurso cinzento, bolorento e estafado dos estudos, das consultas, dos peritos e especialistas que estávamos todos cansados de ouvir.
Pelo contrário, reconhece a existência de problemas, identifica-os com clarividência, explica como os vai resolver e quando.
Gestor experiente, Alexis Tam é ainda capaz de ouvir, de dialogar, de sair à rua, de se mostrar e enfrentar as pessoas longe do bafio dos gabinetes e das montanhas de papéis de puro expediente diário.
O contraste com o que vinha sendo hábito é tão flagrante que está a surpreender e a sobressair.
Que se mantenha nesta linha, e seja acompanhado pelos outros titulares de cargos governativos, é o que todos os que gostam de Macau desejam.

Clear as mud


21 de janeiro de 2015

Ainda Fong Chi Keong


Ainda Fong Chi Keong na ordem do dia.
Depois das declarações absolutamente deploráveis que proferiu na Assembleia Legislativa acerca da tipificação dos actos de violência doméstica como crime público, e da política de tolerância zero neste âmbito assumida por Tam Chon Weng, confrontado com uma reacção de forte repúdio por parte de uma grande fatia da sociedade de Macau, quiçá pressionado para se retratar publicamente, Fong Chi Keong vem agora reconhecer que se excedeu (sic).
Seria uma atitude meritória se partisse de outrem que não Fong Chi Keong.
O que o deputado agora apelida de excessos é só apenas mais uma no rol das muitas boçalidades a que nos habituou ao longo dos anos.
Não acredito que Fong Chi Keong esteja minimamente arrependido do que disse em plenário, pelo contrário, acredito que aquelas são as suas aberrantes convicções do que deve ser a vida familiar.
Fong Chi Keong, que não se demarcou do teor das suas declarações, que não pediu desculpa por ter dito o que disse, estava apenas a fazer um frete a alguém quando veio a público afirmar que se tinha excedido.
Não convence, não basta.
Se lhe restasse um pingo de dignidade, Fong Chi Keong tomava a iniciativa de colocar o seu lugar à disposição do Chefe do Executivo e seguir a sua vida empresarial longe de qualquer cargo público.

Uma antiga profissão

Uma antiga profissão após a revolução industrial (Irlanda e Inglaterra)

Não fazia ideia de que tinha existido esta profissão...há tão pouco tempo.

Sabem o que esta senhora está a fazer?




Esta senhora estava no exercício da sua profissão de despertador humano!!
 Não sabiam?
A profissão de “despertador humano” existiu até meados do século passado.
Tratava-se de pessoas contratadas para acordarem outras, foi muito “usada” sobretudo após a revolução industrial, na Irlanda e na Inglaterra, onde eram conhecidos como knocker-up ou knocker-upper.
A senhora da imagem acima estava, nada mais, nada menos, do que a expelir ervilhas secas para uma janela para que o trabalhador se levantasse e desse mostras de estar já acordado.
Também eram utilizados outros objectos tais como pedras, paus, canas, etc.
Ficam mais imagens.







20 de janeiro de 2015

Vira o disco....


Vira o disco e toca o mesmo, não é, ilustre deputada Ella Lei Cheng I?
Já se estranhava o longo silêncio desta menina meteoricamente feita deputada acerca do seu tema de eleição - o ataque à mão-de-obra não residente.
Ontem, em entrevista ao canal em língua chinesa (tem muito mais audiência, não é?) da Rádio Macau, lá voltou a bater a mesma tecla.
Os trabalhadores não residentes ameaçam o emprego dos trabalhadores locais.
Os mesmos que as estatísticas mostram que não estão desempregados (vale sempre a pena lembrar que a taxa de desemprego é residual e estrutural, abrange apenas aqueles cuja empregabilidade é manifestamente impossível face à sua falta de condições e qualificações e aqueles que não querem trabalhar ou não querem trabalhar em determinadas profissões).
Ella Lei Cheng I foi eleita via sufrágio indirecto e é membro da ainda influente (já o foi muito mais) Associação Geral dos Operários de Macau.
Nessa qualidade, e na de deputada, devia ter conhecimento destes dados estatísticos, destes números, e devia saber reflectir acerca do que os mesmos indicam.
E eu até acho que os conhece muito bem e os percebe muito bem também.
Muito mais que reveladoras de xenofobia ou falta de informação ou cultura, as afirmações de Ella Lei Cheng I, que se repetem ciclicamente (vira o disco e toca o mesmo, não é?), são o reflexo de despudorada demagogia, de primário populismo, de uma pueril necessidade de se mostrar, de aparecer.
Compreende-se no quadro do instinto de sobrevivência e de caça ao voto - se a outrora influente Associação Geral dos Operários de Macau não agitar as águas de quando em vez arrisca-se a desaparecer ou tornar-se irrelevante a curto/médio prazo.
É só esta a (reduzida) importância que deve ser dada às declarações de Ella Lei Cheng I.
A deputada que daqui a uns tempos voltará ao mesmo tema e com a mesma abordagem.

Fino humor














19 de janeiro de 2015

VERDADES ABSOLUTAS



1. Para evitar filhos, faça amor com a cunhada. Só nascem sobrinhos.
  
2. Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns só uma vez.
 
3. Seja bom com os seus filhos. São eles que vão escolher o seu asilo.
  
4. Nasci careca, nu e sem dentes. Tudo o que vier, é lucro!
 
 5. Amigos vêm e vão, inimigos acumulam -se.
  
6. Se o amor é cego, o que é preciso é apalpar.
 
7. Se a mulher fosse boa, Deus tinha uma. E se fosse de confiança, o
 Diabo não tinha cornos.
 
8. Sabem porque é que o pão se queima, o leite entorna, e a mulher
 engravida? Porque não se tira a tempo.
 
9. Alguns homens amam tanto as suas mulheres, que para não as
 gastarem, preferem usar as dos amigos.
 
10. Pior que uma pedra no sapato só um grão de areia no preservativo.
 
11. E se um dia te sentires inútil ou deprimido, lembra-te só disto:
 Já houve um dia em que foste o espermatozóide mais rápido do grupo!!!
 
12. Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos
 para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia.
 
13. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo.
 
14. O que leva os homens a perseguir mulheres com quem não tencionam
 casar? O mesmo impulso que leva os cães a perseguir carros que não
 tencionam conduzir.
 
15. É melhor abrir um e-mail com vírus, do que uma carta com Antrax!
 
16. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis!
 
17. O teu futuro depende dos teus sonhos. Não percas tempo - 
Vai dormir!
 
18. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama.
 
19. Os Homens mentiriam bem menos, se as Mulheres não perguntassem tanto!

BOA SEMANA!!!! 

16 de janeiro de 2015

Meu cão chamado Sexo



Todo mundo que eu conheço, e que tem um cachorro, costuma chamá-lo de Rex, Lulu ou algo assim.
Eu botei o nome do meu de "Sexo".

Mas agora, Sexo é muito embaraçoso para mim...

Quando eu fui à prefeitura renovar a licença dele,disse ao funcionário que queria uma licença para Sexo,e ele disse que também queria uma para ele! Aí eu disse que era para um cachorro,e ele disse que não se importava com o tipo de vida dos outros.
Eu disse:
- "Você não entende? 
Eu tenho Sexo desde os 9 anos de idade."
E ele replicou:
- "Você devia ser um garoto bem precoce!"

Quando resolvi casar, disse ao padre que gostaria de ter Sexo na igreja durante a cerimônia de casamento.
Ele falou que eu teria que esperar a cerimônia acabar. Eu
disse:
- "Mas Sexo tem uma grande importância na minha vida.
Meu mundo gira em torno de Sexo."
Ele disse que não gostaria de ficar ouvindo sobre a minha vida pessoal, e que não nos casaria na igreja dele. Aí eu contei a ele que todos os familiares e convidados gostariam de ter Sexo na igreja.
No dia seguinte casei apenas no civil.
Minha família foi banida da igreja para sempre.

Quando fomos para a lua de mel, levamos Sexo conosco.
Ao chegar no hotel, eu pedi um quarto para minha mulher e eu.
E um quarto especial para Sexo.
O atendente disse que todos os quartos eram bons para sexo.
E eu:
- "Você não entende? Sexo me mantém acordado a noite toda!
E ele:
- "Eu também!"

Um dia inscrevi Sexo numa competição, mas ele sumiu.
Um outro competidor perguntou o que eu estava procurando, e eu disse que gostaria de ter Sexo na competição.
Ele disse que eu estava na competição errada.
- "Por favor", implorei, "Eu quero ter Sexo na TV! "
Ele chamou os seguranças, que me puseram para fora.

Quando me divorciei, fomos ao fórum, brigar pela custódia do cão.
Eu disse:
- "Meritíssimo, eu tinha Sexo antes do casamento, mas ele me abandonou depois que casei."
O Juiz lamentou:
- "Comigo ocorreu o mesmo..."

Ontem à noite Sexo fugiu de novo. Procurei durante horas, até que um policial perguntou o que eu estava fazendo na rua às 4:00 da manhã.
Eu disse que estava procurando por Sexo.
Meu caso vai a julgamento semana que vem.

Bem, agora eu estou na cadeia, divorciado, com mais problemas com o cachorro do que eu poderia imaginar.

Quando fui à primeira sessão com o psiquiatra, ele perguntou qual era o meu problema. E eu disse:
- "Sexo sempre foi meu melhor amigo, porto da minha vida.
Mas, agora ele me abandonou, e sem Sexo eu estou tão sozinho que não tenho mais razão para viver."

E o doutor:

- "Sexo não pode ser o melhor amigo de um homem. Por que você não compra um cachorro???"

BOM FIM-DE-SEMANA!!