31 de janeiro de 2013

É isto que queremos para Macau?



Os números são impressionantes, o crescimento da economia incrível, o PIB invejável, o estatuto de capital do Jogo um orgulho e uma bandeira.
Já todos os conhecemos porque constantemente são notícia.
Esta é a Macau dos néons, das luzes, dos casinos, do vício, do kitsch.
Para que esta Macau exista, prospere, cresce a sensação que vale tudo.
Até mesmo a barbárie que as fotos documentam.
Não, não se trata de montagem, são fotos de alguns dos 20 milhões de visitantes que aqui entram por ano, nos últimos anos.
Gente sem o mínimo civismo, sem a mais pequena ponta de educação, de hábitos citadinos.
Mas que aqui gasta muito dinheiro.
E, como gasta muito dinheiro, tudo se lhes permite.
Se alguém ainda tinha dúvidas que dinheiro não é sinónimo de educação, civismo, tem aí a prova que faltava.
Quando a abertura das fronteiras vinte e quatro horas por dia é tema de conversações, em Macau e no interior da China, confrontados com estas aberrações, urge parar, reflectir, questionar - é isto que queremos para Macau, é esta a cidade que queremos deixar como legado aos nossos filhos?

Recycled Orchestra (Paraguay)

Daqueles momentos que nos fazem perceber que nos lamentamos tantas vezes por tão pouco.
A não perder!!

QUESTÃO CENTRAL- The difference between COMPLETE and FINISHED...



No dictionary has been able to adequately explain the difference between COMPLETE and FINISHED. 

However, in a recent linguistic conference held in London, England, and attended by some of the best linguists in the world Samsundar Balgobin, a Guyanese, was the clear winner. 

His final challenge was this: Some say there is no difference between COMPLETE and FINISHED. 

Please explain the difference between COMPLETE and FINISHED in a way that is easy to understand. 

Here is his astute answer: 

"When you marry the right woman, you are COMPLETE. But, when you marry the wrong woman, you are FINISHED. And when the right one catches you with the wrong one, you are COMPLETELY FINISHED!" 

His answer was received with a standing ovation lasting over 5 minutes. 

That's India! (9)


30 de janeiro de 2013

O PS é o Sporting da política


Pedro Passos Coelho é, a cada dia que passa, um primeiro-ministro e um líder partidário mais tranquilo.
Cara de um programa de austeridade brutal, primeiro responsável pela imposição de sacrifícios terríveis aos portugueses, Pedro Passos Coelho só poderá ver perigar a sua posição enquanto primeiro-ministro, ter uma oposição eficaz, mortífera até, do .......CDS, de Paulo Portas, do parceiro de coligação.
Volte-se a uma imagem já aqui utilizada - este Governo cair, antes das autárquicas (depois das autárquicas a conversa já poderá ser outra....) seria algo de semelhante ao cúmulo da lentidão - correr sozinho e acabar em segundo!
Pura e simplesmente porque não tem oposição.
E o Presidente da República não está ali para criar confusões, para ser "força de bloqueio", muito menos para fazer cair  governos.
Com um PCP e um Bloco de Esquerda que não convencem, e que valem pouco em termos eleitorais, perante um cenário de crise económica e social, o PS teria tudo para facilmente reconquistar o poder.
Mas os socialistas estão mais preocupados com lutas de poder internas do que em ser oposição eficaz ao governo.
O que se sentia em surdina, as dissenções entre António José Seguro, um líder fraco e sem o mínimo de carisma, e António Costa, o homem de mão da ala socrática do partido e que friamente ia deixando correr o seu mandato na presidência da Câmara de Lisboa para, depois, tomar de assalto o partido, é agora público e notório.
Este PS é uma espécie de Sporting da política.
Uma casa desarrumada, sem rumo, sem liderança, em permanente luta interna, que vê os adversários fugirem, mesmo quando cometem erros, enquanto vai queimando "treinadores".
Com os socialistas a conseguirem ser adversários de si próprios, Pedro Passos Coelho vive cada vez mais tranquilo.
E, se souber escolher bem os candidatos às autárquicas, poderá inclusivamente conseguir o que se pensava, e dizia, impossível.
Retomando a linguagem desportiva, quando não há adversários é virtualmente impossível não ganhar os jogos.

A regra de ouro e a empatia (Anselmo Borges)



Na Inglaterra, foi de tal modo valorizada que aí recebeu, nos inícios do século XVII, o nome por que é conhecida: "regra de ouro" (golden rule), com duas formulações, uma negativa: "não faças aos outros o que não quererias que te fizessem a ti", e outra positiva: "trata os outros como quererias ser tratado". Frédéric Lenoir faz, com razão, notar que a maior parte dos moralistas prefere a versão negativa, pois o perigo de auto-projecção sobre os outros pode levar a esquecer que cada um tem os seus gostos e a sua própria visão do que é bem. Neste quadro, Bernard Shaw escreveu com o seu sentido de humor: "Não façais aos outros o que quereríeis que vos fizessem; talvez não tenham os mesmos gostos que vós!"
É uma regra tão universal que o filósofo R.-P. Droit perguntava recentemente no Le Monde: "Existem regras morais presentes em todos os tempos e lugares, seja qual for a cultura ou a época? Isso é posto em dúvida a maior parte das vezes. No entanto, há uma excepção notável face ao relativismo generalizado." E apontava precisamente a regra de ouro.
De facto, ela encontra-se em todas as áreas culturais e religiosas do mundo. Apresentam-se exemplos, segundo Olivier du Roy, que acaba de publicar: La règle d'or. Histoire d'une maxime universelle.
Na China, com Confúcio, talvez o primeiro a formulá-la: "O que não queres que te façam não o faças aos outros." No budismo: "Uma situação que não é para mim agradável nem felicitante também o não poderia ser para o outro; como poderia então desejar-lhe isso?" No zoroastrismo: "Tudo o que te repugna não o faças também aos outros." No judaísmo: "Não faças a outrem o que não desejas que te façam a ti." No cristianismo: "Tudo o que quereis que os homens façam por vós, fazei-o igualmente por eles: eis a Lei e os profetas." No islão: "Ninguém entre vós é um crente enquanto não desejar para o seu irmão o que deseja para si próprio."
No estóico Séneca, encontramos esta reflexão admirável sobre como tratar os escravos: "Vive com o teu inferior como quererias que o teu superior vivesse contigo. Cada vez que pensares na extensão dos teus direitos sobre o teu escravo pensa que o teu senhor tem sobre ti direitos idênticos. 'Mas eu não tenho senhor', dizes. Talvez venhas a ter."
Todos os grandes reformadores cristãos a retomam. Pode ler-se num sermão de Martinho Lutero: "Não há ninguém que não sinta e não tenha de reconhecer que é justo e verdadeiro o que diz a lei natural: o que queres que te seja feito e poupado, fá-lo e poupa-o aos outros: esta luz vive e reluz no espírito de todos os seres humanos. E se quiserem tomá-lo em consideração, terão ainda necessidade de outro livro, de outro mestre, de outra lei? Têm um livro vivo neles, no fundo do coração, que pode bastar para ditar-lhes o que devem fazer, não fazer, aceitar ou rejeitar."
Com ela, argumentou John F. Kennedy contra a segregação racial, em 1963: "Se um americano, porque o seu rosto é negro, não pode almoçar num restaurante aberto ao público, mandar os seus filhos à melhor escola pública acessível, votar para os funcionários públicos que vão representá-lo, então quem de vós quereria ver mudar a cor do rosto e colocar-se no seu lugar? O coração do problema é este: vamos tratar os nossos companheiros americanos como queremos ser tratados?"
Atendendo à sua universalidade, Olivier du Roy conclui que ela "corresponde a uma espécie de maturidade moral da humanidade, que descobre ou exprime, por volta do século V a. C., um princípio fundamental de moralidade ou de vida em sociedade". O reconhecimento do outro humano pode ser considerado como "um dado cultural universal, o fundamento de uma verdadeira 'lei natural'". A sua base está na empatia, na capacidade de eu me colocar no lugar do outro, como que sentindo as consequências da minha acção sobre ele. Mas a ética propriamente dita começa, quando se vai para lá da simpatia e se alarga o círculo do humano ao que me não é próximo nem simpático.
Imagine-se o que seria o mundo regido por esta regra de ouro!

(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)

EUROPA: UNIÃO POLÍTICA ou MORTE



Um grupo de conceituados escritores, filósofos e comentadores subscreveu um lancinante manifesto dirigido aos cidadãos europeus intitulado: ‘EUROPA OU O CAOS’.  
 
Trata-se de uma visão europeia - e europeísta - que, independentemente de discordâncias pontuais, não poderá, nem deverá, ser ignorada. Vale a pena ler.
 
Abaixo o texto - em tradução livre - que foi apresentado, em Paris, no dia 28 de Janeiro, p.p.
 
A Europa não está em crise, está a morrer. Não a Europa como território, naturalmente. Mas a Europa como ideia. A Europa enquanto sonho e projecto.
 
A Europa de acordo com o espírito realçado por Edmund Husserl nas suas conferências realizadas em 1938, em Viena e Berlim, nas vésperas da catástrofe nazi. 
 
A Europa como vontade e representação, como sonho e construção, essa Europa que os nossos pais puseram em pé, essa Europa que soube transformar-se numa ideia nova, que foi capaz de fazer chegar aos povos acabados de sair da II Guerra Mundial a paz, a prosperidade e uma difusão da democracia sem precedentes, mas que, perante os nossos olhos, começou, mais uma vez, a desfazer-se. 
 
Desfaz-se em Atenas, um dos seus berços, no meio da indiferença e do cinismo das suas nações irmãs: existiu um tempo, o do movimento helénico do séc. XIX, em que desde Chateaubriand até Byron de Missolonghi, desde Berlioz até Delacroix, desde Pushkin até ao jovem Victor Hugo, todos os artistas, poetas,  grandes pensadores da Europa, voavam em seu auxílio e militavam em favor da sua liberdade. 
 
Hoje estamos longe disso; e cresce a impressão de que os herdeiros desses grandes europeus, enquanto os helenos travam uma nova batalha contra outra forma de decadência e sujeição, não têm nada de melhor que oferecer do que repreendê-los, estigmatizá-los, depreciá-los e – com um rigoroso plano de austeridade imposto, que os exorta a seguir – despojá-los do princípio da soberania que, há muito tempo, eles mesmos inventaram.
 
Desfaz-se em Roma, um outro berço, outro pedestal, a segunda matriz (a terceira é o espírito de Jerusalém) da sua moral e seu saber, o outro lugar onde se inventou a distinção entre a Lei e o Direito, entre o ser humano e o cidadão, que constitui a origem do modelo democrático que muito trouxe, não só à Europa, mas ao Mundo. 
 
Essa fonte romana contaminada pelo veneno de um "berlusconismo" que ainda não desapareceu, essa capital espiritual e cultural frequentemente incluída, junto com a Espanha, Portugal, Grécia e Irlanda, nos famosos “PIIGS” que são fustigados por umas instituições financeiras sem consciência nem memória, esse país que ensinou a embelezar o Mundo na Europa e que agora parece, com razão ou sem ela, como do doente do continente. 
 
Que miséria! Que ridículo! 
 
Desfaz-se em todas as partes , de Este a Oeste, de Norte a Sul, com a ascensão dos populismos, chauvinismos, as ideologias de exclusão e ódio que a Europa tinha precisamente como missão marginalizar, debilitar, e que voltam vergonhosamente a levantar cabeça. 
 
Quão longínqua está a época em que pelas ruas de França, em solidariedade com um estudante insultado por um responsável de um partido de memória tão escassa como as suas ideias, se cantava “todos somos judeus alemães”. 
 
Quão longínquos parecem hoje os movimentos solidários em Londres, Berlim, Roma, Paris, para com os dissidentes daquela outra Europa que Milan Kundera chamava a Europa cativa e que parecia ser o coração do continente! 
 
E a pequena internacional de espíritos livres que lutavam, há 20 anos, por essa alma europeia incarnada por Sarajevo, debaixo de bombas e acorrentada a uma implacável “limpeza étnica”, onde está? Porque já não se a ouve?
 
E para além disso, a Europa a soçobrar à volta desta interminável crise do euro, que como todos sentimos não foi resolvida em absoluto: não é um a quimera essa moeda única abstracta, flutuante, que não está ligada a economias, recursos e fiscalidades convergentes? 
 
Não é evidente que as moedas comuns que funcionaram (marco depois de Zollverein, a lira da unidade italiana, o franco suíço, o dólar) são as que se apoiam num projecto político comum? Não existe uma lei de ferro que diga, para que exista uma moeda única, tem de haver um mínimo orçamento, regras contabilísticas e princípios de investimento, isto é, políticas compartilhadas?
 
O teorema é implacável. Sem federação, não há moeda sustentável. Sem unidade política, a moeda dura uns decénios e depois, aproveitando uma guerra ou uma crise, dissolve-se.
 
Por outras palavras, sem sérios avanços na integração política, obrigatória segundo os tratados europeus mas que nenhum responsável leva a sério, sem uma diminuição de competências por parte dos Estados nacionais, portanto, sem uma franca derrota desses “soberanistas” que empurram os cidadãos em direcção ao abismo, o euro desintegrar-se-á como se teria desintegrado o dólar se os sulistas tivessem ganho, há 150 anos, a guerra da Secessão. 
 
Antes dizia-se: socialismo ou barbárie. Hoje devemos dizer: união política ou barbárie.
 
Melhor dito: federalismo ou explosão e, na loucura da explosão, regressão social, precariedade, desemprego galopante, miséria. 
 
Ou a Europa dá um passo em frente, e decisivo, na integração política, ou sai da História e desaparece no caos. Já não resta outra opção: ou união política, ou morte. 
 
Uma morte que poderá adoptar muitas formas e revestir-se de rodeios. Pode durar dois, três, cinco, 10 anos, e ser precedida por numerosas sensações de remissão de que o pior já passou. 
 
Mas chegará. A Europa sairá da História. De uma ou de outra forma, se não fizermos algo, desaparecerá. 

Isto deixou de ser uma hipótese, um vago temor, uma bandeira vermelha que se agita perante os europeus recalcitrantes. É uma certeza. Um horizonte insuperável e fatal. 
 
Tudo o mais – truques mágicos de uns, pequenos acordos de outros, fundos de solidariedade por aqui, bancos de estabilização por lá – só serve para atrasar o fim e entreter o moribundo com a ilusão de uma prorrogação. 
 
Assinam:

Vassilis Alexakis, Hans Christoph Buch, Juan Luis Cebrián, Umberto Eco, 
György Konrád, Julia Kristeva, Bernard-Henri Levy, Antonio Lobo Antunes, Claudio Magris, Salman Rushdie, Fernando Savater, Peter Schneider
 (inPonte Europa)

That's India! (8)


29 de janeiro de 2013

Blogue Olhar Direito


Mais uma vez por aqui
Agora para olhar para os conflitos territoriais no sudeste asiático

Goleada e liderança


Demasiado fácil, assim se poderá resumir a tarefa do Porto ontem para derrotar (golear) um muito débil Gil Vicente.
Em boa verdade, nem deu para perceber se os portistas sentiram alguma pressão após a vitória do Benfica em Braga.
Se a sentiram, cedo desapareceu.
Três golos de rajada deram para ganhar o jogo, golear (5-0), teriam dado para até para mais festa não tivesse a burocracia adiado a estreia de Liedson.
Quando uma equipa joga muito (Porto) e a outra quase merece um castigo por falta de comparência, dá nisto.
No final do jogo, Vítor Pereira veio dizer o óbvio - a luta pelo título, se é que ainda havia dúvidas (havia??) reduz-se a uma disputa a dois - Porto e Benfica.
Doravante, um pequeno pormenor, um pequeno erro, poderá significar a diferença entre a glória e o suplício para qualquer destas duas equipas.
No campeonato mais desnivelado que tenho na memória é esta a maior emoção.
Sim que, em boa verdade, até no fundo da tabela as coisas se começam a definir muito cedo.
Num campeonato em que o equilíbrio e a estabilidade emocional, mais até que a qualidade e quantidade de soluções, será determinante, quem será mais forte psicologicamente?
É esta a grande interrogação, a pergunta do milhão de dólares.
Faites vos jeux!!

Solução engenhosa - rotunda suspensa


Solução engenhosa em Xangai


Quando muitas vias convergem para - ou partem de - um único ponto da cidade, o trânsito costuma ficar caótico. E a melhor solução que a engenharia apresentou para o problema até hoje foi a rotunda, um recurso que permite os cruzamentos, mas não elimina a bagunça. Pior, dificulta a vida do peão, o último a ser notado por motoristas mais preocupados em sair ilesos da roleta.
Mas não no bairro de Pudong, em Xangai, na China. Ali, os peões ganharam uma rotunda só para eles: a passarela circular Lujiazui, construída do lado leste do rio Huangpu, na zona económica e financeira da cidade, cercada por arranha-céus onde não havia nada além de terra há 15 anos.

Suspensa quase 20 metros acima da rua, a ponte permite que os peões passem de um lado a outro da rotunda em segurança, desde que estejam dispostos a percorrer o mesmo trajeto circular dos automóveis. De brinde, eles ainda têm a chance de assistir de camarote às confusões em que os motoristas se metem logo abaixo.
A passarela dá acesso ao edifício Oriental Pearl Tower, ligando os prédios de escritórios do centro financeiro das redondezas a áreas de lazer e compras, como shoppings e cafés.
Com 5,5 metros de largura, a ponte permite que 15 pessoas caminhem lado a lado, facilita o acesso aos transportes públicos e ainda é toda iluminada à noite, o que dá um bonito efeito à região. Além disso, vãos longos entre colunas também proporcionam agradáveis experiências em relação ao nível da rua, de onde se pode ver a cidade um pouco mais do alto, tornando a rotunda ideal também para passeios turísticos. Xangai style.











The Happy Rizzi House

You can only imagine the coughs and splutters from certain more traditional quarters when the idea for the Happy Rizzi House was first mooted to the council of a historical German city.
SpongeBob SquarePants might be happy taking up residence inside its day-glo walls but some of the elders of the ancient German city of Brunswick (Braunschweig in German) were most certainly not amused. Worse still, the planners wanted it to be placed in the city’s most historic area, the Magni quarter. Many were agog that this outrageous idea could even be proposed, let alone accepted.
Yet 15 years later the Happy Rizzi House is part of the city’s landscape and most denizens of Brunswick would be loathe to see it torn down. Just as Saint Paul’s in London was derided when it was first built for being a veritable blot on the landscape and then first slowly accepted then finally adored, the Happy Rizzi House is now a cherished part of Brunswick.
The idea for the Rizzihaus was first proposed during a conversation between artist James Rizzi and gallery owner Olaf Jäschke. Within months the plans had been made and the planning permission given. Architect Konrad Kloster came on board the project and it then took two years to build this remarkable collaboration.
Rizzi, an American pop-artist who died in December 2011, was most famous for his 3D artwork and this is probably his largest piece.  American readers of a certain age may remember him best for his artwork for the cover of the Tom Tom Club's first album (they were an offshoot of Talking Heads).
A riot of colors, shapes and body parts, this is maximalism taken to, well, the max. Rizzi, who was worshiped in Germany as something of a pop art idol, truly pulled out all the artistic stops on the project. No wonder Rizzi was often described as Picasso meets Hanna-Barbera - it is art that can be taken quite seriously while being deliriously absurd at the same time.
The Happy Rizzi House, at first disparaged and scorned by many as infantile and architecture which would bring the town of Brunswick in to disrepute. One does have to nod to the detractors – this house may not have worked in a city said to have been founded in the ninth century. Yet it does, gloriously and happily.
It is now seen as a kind of border.  On one side is the hectic and very twenty first century business sector of the city. On the other lies the tranquil historical district. For all its exuberant silliness, the Happy Rizzi House is something which will still raise a smile in a hundred years.
















O que é que acham?

That's India!! (7)


28 de janeiro de 2013

Oops... dá 63!



Um casal se conhece num bar. Depois de dois drinks, ela, na idade da loba
e muito vaidosa, pergunta:
ela - Quantos anos você me da?
ele - Por esse olhar, menos de 25 anos. Pela pele, uns 20. E por esse
corpo,18....!!!
ela - Nossa... você sabe como seduzir uma mulher! O que você vai
fazer agora?
ele - A soma!...

BOA SEMANA!!!

Vendo cadeira DRAGON SEAT no DRAGÃO


Estimados Amigos: 

Tenho 2 lugares no estádio do Dragão que estou a querer vender. 

A razão é  que a minha mulher já não me deixa assistir ao jogos, porque a pessoa que se senta ao meu lado não é do seu agrado. 

Espero que a tua não tenha problemas com isso!!!...

Anexo fotografia com a vista, desde a minha cadeira e da pessoa que ocupa o assento a meu lado. 


Venderei ao primeiro sócio QUE DEPOSITE 20.000 EUROS NA MINHA CONTA.

(Além de tudo quando o Porto mete um golo, começa saltar, a abraçar e a beijar!!!... Recordo que o Porto mete MUITOS GOLOS...!!!!!!)


O último candidato aos ídolos 2012

That's India! (6)


25 de janeiro de 2013

Oração 2013





Querido Deus...

Tudo o que eu peço para o primeiro semestre de 2013 é uma gorda conta bancária e um corpo magro.
Por favor, não misturar as coisas
, como aconteceu no ano passado.
AMEN!





Bom fim-de-semana!!!

Tava tanto frio.....


Nova nota de Euros


That's India (5)


24 de janeiro de 2013

Blogue Olhar Direito


Outra vez por aqui
Hoje para promover a existência, por estes dias, de uma casa de fados em Macau.

Liderança repartida no final da primeira volta


Ficou ontem à noite completa a 1ª volta da Liga, com a realização do jogo em atraso entre o Setúbal e o Porto, adiado a 14 de Dezembro depois de o relvado do Bonfim ter ficado impraticável.
Ainda que muito limitado em termos de opções (lesões de James e Kléber; Fernando castigado; Izmaylov a não poder jogar porque era jogador do Sporting à data a que o jogo devia ter sido realizado; Atsu na CAN;  Iturbe na Argentina e a não querer voltar) o Porto acabou por cumprir a obrigação e vencer (3-0) um Vitória de Setúbal que transmite a ideia de uma equipa desnorteada, muito débil (ainda vai ficar mais debilitada com o anunciado abandono de Meyong) e muito imatura.
Só estes desnorte, debilidade e imaturidade, podem explicar os erros básicos cometidos e que deram origem aos golos do Porto.
No primeiro, uma perda de bola infantil, patética, e um pénalti desnecessário que Jackson agradeceu.
Os dois últimos, depois de expulsões perfeitamente idióticas (a de Bruno Gallo, depois de 10 minutos em campo?) a deixarem o Porto em vantagem numérica, psicológica, com mais espaço para jogar.
No final, e para acentuar a patetice, um treinador incapaz, incompetente (José Mota) a queixar-se do árbitro.
Same, same but different....
O Porto, a atravessar uma fase complicada, pelos jogos acumulados, pela notória escassez em termos de opções, pela indefinição do plantel, passa incólume mais um obstáculo, mantém-se colado ao Benfica naquele campeonato a dois, vê Jackson Martinez chegar ao topo da tabela dos melhores goleadores (14 golos).
E, no final da primeira volta, no tal campeonato a dois, chapelada pública e especial para os treinadores do Porto e do Benfica.
Quantas vezes é que se falou em Hulk, de um lado, e em Javi Garcia e Witsel, do outro?
Confesso a minha surpresa face à performance das duas equipas e à maneira como souberam enfrentar estas saídas.
Chapeau!!
A emoção segue dentro de momentos.

Excelente explicação da crise (Paulo Morais)



EM COMPLEMENTO:

Para os 4 mil milhões, novos cortes inteligentes. Mas existem alternativas. 

Uma delas é ir directamente ao espólio da Galilei.


A Galilei Grupo é o novo nome da antiga Sociedade Lusa de Negócios (SLN) e a SLN era a detentora do BPN, os tais amigos não-presos de Cavaco.

O BPN que faliu e ofereceu aos contribuintes portugueses um buraco de 9 mil milhões. 


Mas a GALILEI existe, funciona tem dinheiro e é uma das empresas portuguesas mais ricas em PATRIMÓNIO.

Tudo isso deve voltar para as mãos do Estado!

Os contribuintes têm o direito de exigir!



Luiz Carlos Prates acerca da importância da língua portuguesa

That's India! (4)


23 de janeiro de 2013

Momentos de pai babado



Ontem publiquei no Facebook esta fotografia das minhas filhas (a Catarina, 14 anos, e a Mariana, 9) tirada em minha casa na noite de Natal.
Hoje, para grande surpresa e orgulho meus, recebi a seguinte mensagem do Jornal Tribuna de Macau (http://www.jtm.com.mo

  • Boa noite!
    Gostaríamos de publicar no nosso jornal esta fotografia na nossa página dedicada a pessoas de Macau, precisando apenas, caso esteja de acordo, de uma legenda a ilustrar o que se está a passar, bem como o nome dos intervenientes.
    Obrigado!



    Orgulhoso, babado, publicamente agradeço a gentileza do Tribuna de Macau.

    Haverá melhor maneira de começar o dia do que esta??


Como as crianças reagem a um prato vazio

De uma ternura indescritível.
A não perder!!

Beware of plastic rice from China


(No seguimento do post de ontem....)

China Makes Fake Rice from Plastic? Vietnam Reacts


A number of Chinese companies have been involved over the years in various scandals involving fake or tainted goods. Perhaps the most dangerous of all involve food, including the now famous 2008 milk scandal in which Chinese-made milk was found to contain the toxin melamine. The end result was 290,000 victims who fell ill and 11 suspected cases of death. Now there are reports from Singapore media that China is mass producing fake rice, which can be potentially very dangerous.
Original Korean article from: Weekly Hong Kong

Fake Plastic Rice from China


According to the Korean-language “Weekly Hong Kong” (which many Vietnam websites are referencing as well), Singapore media claim that fake rice is being distributed in the Chinese town of Taiyuan, in Shaanxi province. This “rice” is a mix of potatoes, sweet potatoes, and plastic. It is formed by mixing the potatoes and sweet potatoes into the shape of rice grains, then adding industrial synthetic resins. Since the rice does not behave like normal rice, it stays hard even after it has been cooked. Such synthetic resins can also be very harmful if consumed.

A Chinese Restaurant Association official said that eating three bowls of this fake rice would be like eating one plastic bag. Due to the seriousness of the matter, he added that there would be an investigation of factories alleged to be producing the rice. Meanwhile, the low cost of the fake rice is allowing wholesalers to make large profits.

  

That's India! (3)

No dia em que foram ultrapassadas as 300 000 visualizações de página, vejo-me obrigado a mudar o visual outra vez.
Os comentários, especialmente os meus, não se vêm na maioria das vezes.
Algum de vós está a ter o mesmo problema?


22 de janeiro de 2013

Que tal alargar a outras áreas o conceito 'terra de Macau destinada a residentes de Macau' ?


O conceito 'terra de Macau destinada a residentes de Macau' vem a significar, na prática, uma política de reserva de terrenos para residentes de Macau.
Lembrei-me deste conceito várias vezes nos últimos dias.
Concretamente, sempre que se fazia referência à escassez de leite em pó em Macau, consequência da insegurança sentida no interior da China relativamente ao produto.
Compreensivelmente, a confiança do consumidor chinês nunca mais se recompôs depois do escândalo que foi a descoberta de leite em pó contaminado com melamina e da(s) tragédia(s) daí resultante(s) em termos de perda de vidas humanas.
Depois dessa tragédia, os visitantes chineses que se deslocam a Macau têm mais um item no topo da sua agenda de compras - latas de leite em pó.
Para consumo próprio, ou para revenda, são compradas aos magotes pelos visitantes do interior da China que se deslocam a Macau.
No passado domingo, numa conhecida farmácia, entrou um indivíduo em correria quando eu lá estava, dirigiu-se ao local onde estavam as latas de leite em pó, apontou uma marca, e pediu dez embalagens.
Esta perfeita loucura resultou na falta do produto para os residentes de Macau que pretendem adquiri-lo para alimentar os seus bebés. 
Uma situação tanto mais complexa quanto, como afirmava o pediatra Jorge Humberto, as mães chinesas, por uma combinação de tradição e de falta de tempo, não têm o hábito de amamentar os seus bebés.
E o que é que ouvimos das autoridades oficiais?
Que não há falta de leite em pó em Macau, que é fácil encontrar o produto, que o problema está a ser empolado.
Curioso, no mínimo, quando amigos, que foram pais recentemente, me afirmam precisamente o contrário.
Isto é, que eles próprios e a restante família, têm de andar a calcorrear a cidade para encontrar leite em pó para os seus bebés.
E que, mesmo que não andem à procura, se por acaso virem, adquirem imediatamente com receio de se verem confrontados com a inexistência do produto.
Esta situação aberrante leva-me a formular aqui uma sugestão - que tal alargar o conceito 'terra de Macau destinada a residentes de Macau' a outras áreas?
Para já, por exemplo, ao leite em pó.

Honra ao mérito - Nelson Mandela


Consiste em 50 placas de aço com 10 metros de altura, cortadas a laser e inseridas na paisagem, representando o 50.º aniversário da captura e prisão de Nelson Mandela, em 6 de agosto de 1962, no próprio local onde tal sucedeu, e que lhe custaria 27 longos anos de cárcere.


Num ponto específico de observação, a visão em perspectiva das colunas surpreende ao assumir a imagem de Nelson Mandela. O escultor é Marco Cianfanelli, de Joanesburgo, que estudou belas-artes em Wits.