31 de maio de 2010

Nota máxima em prova de Química

Na prova do Curso de Química, foi perguntado:

- Qual a diferença entre SOLUÇÃO e DISSOLUÇÃO?

Resposta de um aluno:

- Colocar UM dos POLÍTICOS PORTUGUESES num TANQUE DE ÁCIDO para que DISSOLVA é uma DISSOLUÇÃO.
Colocar TODOS é uma SOLUÇÃO!

E completou:

"Se se Liofilizar, teremos o mais puro Extracto de Pó de Merda do mundo!"

Ouvido masculino

Ouvido Masculino (Carlos Drummond de Andrade)


Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais. Mas não tem problema, porque o ouvido (seletivo) masculino escuta somente o que interessa. Preste atenção.

Quando a mulher diz:

- Esse lugar está uma bagunça, amor! Você e eu precisamos limpar isto. Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.

O que o homem escuta:

- Blah, blah, blah, blah, AMOR, blah, blah, blah, blah, VOCÊ E EU, blah, blah, blah, blah, NO CHÃO, blah, blah, blah, blah, SEM ROUPAS, blah, blah, blah, blah, AGORA MESMO.

Percebe a diferença?

Verdadeiras relíquias (8)

Grandes portugueses (vivos)

O Presidente da República chamou a atenção para a excelência dos Centros de Transpalantes em Lisboa e em Coimbra.
Esse facto leva-me a destacar hoje uma personalidade da área da medicina, curiosamente do Porto, Manuel Alberto Coimbra Sobrinho Simões, nascido em 8 de Setembro de 1947, no Porto, na freguesia de Cedofeita.
É o mais velho dos quatro filhos de Manuel Sobrinho Rodrigues Simões, médico, professor e investigador na área de Bioquímica, e de Maria Alexandrina Martins Coimbra Simões, doméstica.
Manuel Sobrinho Simões cresceu no seio de uma família tradicional.
Primeiro, viveu na zona das Antas; depois, na de Paranhos, onde habitou uma casa próxima da dos professores Hargreaves e Emídio Ribeiro da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
No ano lectivo de 1957-1958 ingressou no Liceu Alexandre Herculano, no Porto, concluindo o curso em 1963-1964, com a média final de dezoito valores; esta classificação valeu-lhe os seus dois primeiros prémios: o Prémio Nacional e o Prémio do "Rotary Club do Porto".
No ano lectivo de 1964-1965 matriculou-se no curso de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, onde, uma vez mais, se distinguiu pelas suas classificações, as quais lhe permitiram alcançar o respeito dos professores e conquistar vários prémios, de que são exemplo o do Rotary Club do Porto, da Fundação Engenheiro António de Almeida, Prof. Dr. Luís de Pina e Boehringer Ingelheim.
Durante a licenciatura desenvolveu um grande interesse pelo domínio da Patologia, influenciado por alguns dos seus professores, como Daniel Serrão.
Em paralelo com a componente escolar, foi campeão universitário de pingue-pongue e viajou pelo estrangeiro durante os períodos de férias, com o dinheiro de alguns prémios e com o apoio do avô.
Ainda era estudante quando, a 6 de Julho de 1970, assumiu as funções de "Monitor além Quadro" de Anatomia Patológica.
Em 1971 finalizou a licenciatura em Medicina com a média final de dezanove valores, tendo sido nomeado Assistente Eventual da disciplina de Anatomia Patológica a 5 Março do ano seguinte; ocupou este lugar até 17 de Setembro de 1974.
Entretanto, casou no dia 31 de Maio de 1972 com a médica Maria Augusta da Cunha, da qual tem três filhos: Manuel, João e Joana.
Entre 1 de Setembro de 1975 e 31 de Dezembro de 1976 cumpriu o serviço militar, sucessivamente adiado devido aos estudos.
Anos mais tarde, em 1979, doutorou-se em Patologia pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, apresentando a dissertação "Carcinoma oculto de Tireóide. Proposta de interpretação biopatológica" e o trabalho complementar "Alguns aspectos da depleção linfocítica na doença de Hodgkin".
Foi aprovado por unanimidade, com distinção e louvor.
Ainda nesse ano, prestou provas públicas para o preenchimento do lugar de especialista no Hospital de S. João, tendo obtido a classificação de 19,4 valores.
Foi, então, nomeado "Professor Auxiliar Além Quadro" na disciplina de Anatomia Patológica.
Entre Outubro de 1979 e Julho de 1980 fez o pós-doutoramento em Oslo, no "Norsk HydroŽs Institute for Cancer Reserch", submetido ao tema "Microscopia Electrónica".
Graças a este trabalho e às ligações que estabeleceu durante esse período, alcançou o reconhecimento internacional, sobretudo no campo da Patologia Tireoideia, e inaugurou uma longa relação com o meio da investigação científica além fronteiras.
No regresso a Portugal, em 14 de Outubro de 1980, ascendeu ao cargo de Professor Associado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e, mais tarde, a 18 de Julho de 1988, foi nomeado Professor Catedrático do 4º Grupo (Patologia) nessa mesma instituição.
Em 1989 criou o IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular e Celular da Universidade do Porto), unidade de investigação que dirige e foi classificada como excelente na última avaliação internacional levada a cabo pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e constitui um dos três laboratórios europeus acreditados pelo Colégio Americano de Patologistas.
Esta unidade realiza anualmente centenas de consultas de diagnóstico para hospitais e institutos de oncologia da Europa e da América.
Sobrinho Simões é, desde 1990, Professor Adjunto de Patologia e Biologia Celular do Jefferson Medical College Universidade de Thomas Jefferson, Filadélfia; avaliador do Consórcio de Investigação em Cancro Gástrico formado pelo Instituto de Cancro da Noruega e pela Universidade de Zhengzhou; é, desde Agosto de 2001, expert em Patologia Molecular do American Board of Pathology; e especialista convidado do Centro de Telepatologia da União Internacional Contra o Cancro, sedeado na Charité, Humboldt University, em Berlim.
Enquanto dirigente da Sociedade Europeia de Patologia, organizou os dois primeiros congressos intercontinentais de Patologia com a Sociedade Latino-Americana de Patologia (2000 e 2004); em 2000, formou a divisão de Moscovo da Escola Europeia de Patologia; dirigiu o XVIII Congresso Europeu de Patologia, em Berlim, em Setembro de 2001, e desenvolveu a divisão de Ankara da Escola Europeia de Patologia, em 2003.
É membro dos conselhos científicos da Escola Europeia de Patologia, do Curso Europeu de Patologia Celular e da Associação Europeia de Prevenção de Cancro e integra o Comité Redactorial da Associação de Directores de Patologia Cirúrgica dos E.U.A. (ADASP).
É autor e co-autor de centenas de artigos editados em publicações internacionais, do Handbook da União Internacional Contra o Cancro ("Comprehensive Tumour Terminology" - 2000), da obra subordinada ao tema "Ultrastructural Pathology", publicada nos E. U. A. em 1990 e, no Japão, em 1995; co-editou o livro "Os Outros em Eu", no âmbito da PORTO 2001 - Capital Europeia da Cultura, e diversos capítulos da obra "Pathology and Genetics of Tumours of Endocrine Organs", publicada pela Organização Mundial de Saúde em 2004.
Manuel Sobrinho Simões gosta de passar os tempos livres com a família, muitas vezes em Moledo, onde possui uma casa de férias.
Entre os seus passatempos favoritos contam-se a leitura, o cinema, programas televisivos como a série norte-americana House. M. D., passeios de bicicleta pelo Parque da Cidade e, ainda, o Futebol Clube do Porto, que acompanha, agora, um pouco mais à distância do que durante a sua juventude, fase da vida em que era sócio e via regularmente jogos de várias modalidades.


Relojoaria de luxo

Mais uma marca italiana que conseguiu um espaço próprio no competitivo mundo da relojoaria - Officina del Tempo.
Mais do que símbolo de complexidade técnica, os relógios da marca são acessórios de moda, são trendy, fashionable.
Os relógios Officina del Tempo começaram a ser divulgados no mercado no ano 2000.
Um ano depois, no final do ano 2001, eram já comercializados nas grandes lojas a nível mundial.
Sendo relógios que agradam às vedetas do desporto e do show business, a sua divulgação foi muito rápida.
Este sucesso levou a uma expansão da unidade produtiva e da unidade de design.
Ficam alguns exemplos de modelos e respectivos preços.
Um relógio típico da marca é este POWER LUMICRON RUBBER BAND, caixa em aço, revestimento PVD, pulseira também em PVD, movimento quartzo, e um preço na ordem dos 650 Us dólares.



Outro bom exemplo dos produtos da marca é este RACE QUARTZ CHRONOGRAPH, caixa em aço, movimento quartzo, pulseira em pele, tudo num preço a rondar também os 650 Us dólares.


Não sou fã dos produtos da marca, os quais concebo mais como acessórios de moda do que como relógios.

Regresso aos anos oitenta (83)

Os imprescindíveis (14)

Sergio Leone é outro dos meus realizadores preferidos.
Depois de ter passado no Devaneios com esse épico que é Once Upon a Time in America, vai agora fazer-nos companhia por uns dias com os famosos western (Spaghetti Western) que realizou, a começar com A Fistful of Dollars.
A Fistful of Dollars é o primeiro filme de uma trilogia que ficou conhecida por "Dollars Trilogy".
Interpretado por Clint Eastwood, Marianne Koch, Gian Maria Volontè, José Calvo, Joseph Egger, Antonio Prieto, Mario Brega, Wolfgang Lukschy, Sieghardt Rupp e Benny Reeves e com uma banda sonora genial de Ennio Morricone é um daqueles filmes de culto, que marcam uma época e um género.
A banda sonora, fabulosa, de Ennio Morricone

O PS de Sócrates apoia Alegre; o PS de Soares, não. A Opus Dei não gosta da Opus Gay.

As próximas eleições presidenciais ameaçavam seriamente tornar-se num passeio sensaborão de Cavaco Silva, em romaria pelo País, para ser olimpicamente reconfirmado no cargo.
De repente, sem que nada o fizesse prever, e sem razões objectivas que o justifiquem, o cenário alterou-se.
O PS, de Sócrates, decidiu apoiar Manuel Alegre.
A direita, especialmente a ligada ao voto católico, irritou-se com Cavaco, e com a promulgação da lei que permite o casamento gay, e ameaça com um candidato que venha concorrer com o actual Presidente.
E Sócrates agradece esta alteração de cenário.
É bom que, para além da crise e do défice, haja assunto para o povo se distrair.
A seguir ao Mundial, já há um tópico agendado - as presidenciais.
Nesta linha de pensamento, frio e calculista, o PS, o mesmo PS que humilhou Manuel Alegre nas últimas presidenciais, que lhe deu uma valente facada nas costas e que se lançou nos braços de Mário Soares, apoia agora o bardo em grande manifestação de união interna(?).
Mas apoia Alegre na condição de não ser misturado com os restantes apoiantes do poeta, aqueles que, num delicioso eufemismo, Francisco Assis classificou como "a esquerda profunda" (sic).
Esses terá que ser Alegre a conquistá-los.
Claro está que a mão invísivel do PS estará lá a apoiar essa conquista.
A máquina do partido, o financiamento da campanha, alguns militantes.
No entanto, o directório, com Sócrates à cabeça, não estará, oficialmente, reunido na busca desse apoio.
E essa é uma das questões curiosas que emerge do apoio do PS a Manuel Alegre - quais serão os custos, dentro do célebre milhão de votos, que Alegre irá suportar com tal apoio?
A esquerda modernaça gostava do Manuel Alegre abandonado pelo seu partido, do lutador solitário, da personagem romântica, quixotesca, que sozinho enfrentava a força maquiavélica do partido que ajudou a fundar e do seu compagnon de route que cobardemente o traíra.
Esta esquerda vai  gostar do Manuel Alegre oficialmente apoiado pelo PS?
Não creio.
É mais provável que se venha a render, pelo menos nalguma medida, aos encantos de Fernando Nobre.
Que deverá também contar com o apoio do PS de Mário Soares.
Percebe-se agora claramente que José Sócrates, quando apoiou Mário Soares nas últimas presidenciais, estava apenas a empurrá-lo para o precipício no intuito de  acabar com o soarismo dentro do PS.
Tirando proveito da vaidade, e da sede de poder, de Mário Soares, José Sócrates imaginou que, com a épica derrota nas presidenciais, Mário Soares, e os seus apoiantes, o deixassem dominar o PS e se rendessem incondicionalmente ao PS de Sócrates.
Não foi isso que aconteceu.
Soares sente-se incomodado com o PS de Sócrates e resiste-lhe com todas as suas forças.
Tal como Manuel Alegre.
Mas, enfim, coerência e verticalidade são atributos aborrecidos no domínio da real politique e, como tal, frequentemente abandonados ou colocados à margem.
O PS de Soares ainda existe, ainda resiste, e é muito provável que venha a apoiar Fernando Nobre.
Estou em crer que Soares esperou apenas que o PS anunciasse oficialmente o apoio a Manuel Alegre para anunciar, em seguida, o seu apoio a Fernando Nobre.
A esquerda ficará assim estilhaçada entre estes dois candidatos.
Estes e o sempre presente candidato comunista.
A direita, que estava sossegadinha a assistir a esta estranha luta à esquerda, decidiu, de repente, entrar também em ebulição.
A promulgação da lei que permite o casamento gay irritou os sectores mais conservadores e eis que, num passe de mágica, uma parte da base de apoio de Cavaco, que se julgava garantida, resolve procurar um novo candidato para fazer frente ao actual Presidente.
Mas estou em crer que este foguetório não terá quaisquer resultados práticos.
Não haverá um candidato à direita a concorrer com Cavaco, e Cavaco só não será o candidato da direita se não quiser.
O que a direita mais conservadora pretende com este movimento é relembrar a Cavaco que está ali, que faz parte da sua base de apoio, e que há valores de que não abdica e que lhe são mais caros que o défice, os ratings, a estúpida economia.
Assistimos a um fenómeno assaz curioso, qual seja a direita mais conservadora  pegar no slogan de Sampaio - há vida para além do défice - para enviar um recado a Cavaco.
As voltas que o Mundo dá!

Entre um PS (de Sócrates) que apoia Manuel Alegre, e um PS (de Mário Soares) que o rejeita, uma direita que lança mão de um slogan de Sampaio para dar um puxão de orelhas a Cavaco, e um PCP que ainda há-de apresentar o seu candidato, as presidenciais estão a preparar-se para ocupar o centro do palco em Portugal logo que acabe a festa do Mundial.


30 de maio de 2010

Verdadeiras relíquias (7)

Regresso aos anos oitenta (82)

No seguimento do filme em destaque, e do que representa, a música escolhida hoje é um original de 1975, especialmente dedicado à memória de Dennis Hopper.

Os imprescindíveis (13)

A morte de Dennis Hopper motiva um merecido destaque ao actor, neste caso no duplo papel de actor e realizador.
Easy Rider é um filme que marca uma era, símbolo de liberdade, de procura, de excessos, do movimento hippie, do abuso de drogas, da vida em grupo, em comuna.
Com Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson, banda sonora de Roger McGuinn, será a obra mais emblemática e marcante de Dennis Hopper.
Um filme de culto e que será o mais apropriado a homenagear o actor.
Podia escolher várias músicas da banda sonora do filme, mas esta parece-me a mais feliz nesta data

29 de maio de 2010

Verdadeiras relíquias (6)

Serviço de táxis Lisboa - Poceirão

Como o TGV vindo de Madrid só vai chegar ao Poceirão, haverá um serviço de táxis para fazer o percurso LISBOA - POCEIRÃO (TGV)

Já se encontra em adiantada fase de testes.

Regresso aos anos oitenta (81)

A música em destaque amanhã também é Heavy e dos finais dos anos 70.
A partir de segunda-feira vai ser só New Wave.

Os imprescindíveis (12)

Para terminar o destaque dado aos filmes realizados por Woody Allen, um salto até ao ano de 2008 para ver o filme que deu o Óscar de melhor actriz secundária a Penélope Cruz - Vicky Cristina Barcelona.
E um namorado.
Um triângulo amoroso imaginado e filmado por Woody Allen e extordinariamente bem interpretado por Scarlett Johansson, Penélope Cruz, Javier Bardem, Rebecca Hall, Kevin Dunn, Patricia Clarkson e Chris Messina.
O encontro do cinema de Woody Allen e do cinema espanhol com um resultado final excelente.
Um exemplo da banda sonora

28 de maio de 2010

Uma semana em Macau

Chega ao fim uma semana (a)típica(??) em Macau.
Uma semana que começou com a divulgação dos resultados da autópsia, realizada em Portugal, ao cadáver do jovem Luís Amorim.
Resultados assustadores, que apontam claramente no sentido de o jovem Luís Amorim ter sido vítima de um crime bárbaro, afastando a tese do suícidio que, muito apressadamente, foi divulgada em Macau e que conduziu a um meteórico arquivamento do processo.
Não é possível imaginar a dor, o sofrimento e a revolta dos pais.
A questão que permanece no espírito de todos, prende-se com saber quais serão as consequências da luta incansável que os pais da vítima têm travado no sentido de perceberem exactamente o que se passou com o seu filho.
Estes factos novos vão conduzir a uma nova investigação, ou, como os primeiros sinais parecem indicar, não vão ter influência nenhuma nas convicções formadas em 2007?
E, pergunta inevitável, porque razão tão obstinadamente se nega a possibilidade de aprofundar a investigação então realizada?
Uma semana em que, uma vez mais, os Serviços de Saúde, em especial o Hospital Conde São Januário, estiveram debaixo de fogo.
A reportagem que a jornalista Vanessa Amaro assina nas páginas da edição de hoje do jornal Hoje Macau também não nos deixa ter um sono tranquilo.
Pessoalmente, e porque é justo que o refira, sem duvidar do que é apontado na supracitada reportagem, e no que se ouve amiudadamente em Macau, tenho de deixar um testemunho de grande gratidão aos profissionais do Hospital Conde São Januário.
No dia 21 de Maio de 2008 fui submetido a uma intervenção cirúrgica no hospital e fiquei internado cinco dias em recuperação.
Já o referi publicamente várias vezes, repito-o agora - por parte do pessoal médico, do pessoal de enfermagem e auxiliar, foi-me prestado um serviço excepcional, uma atenção e um cuidado fantásticos, os quais nunca poderei convenientemente agradecer.
Não posso colocar em causa os testemunhos de terceiros.
Mas é justo que deixe o meu também.
Ainda assim, também não ignoro que a RAEM poderia oferecer um serviço de excelência na área da saúde a todos os utentes, o que só não acontece por nítida inércia política nesse sentido.
Mas sinto a necessidade de deixar também o meu testemunho de gratidão aos profissionais do Hospital Conde São Januário que me deram algo que não se pode agradecer - qualidade de vida.
A semana fica ainda marcada pela continuação de mais um julgamento paralelo ao processo que levou o anterior titular da pasta das Obras Públicas à prisão.
O que se tem assistido neste julgamento é apenas uma continuação da novela de mau gosto que foi o julgamento de Ao Man Long.
Contradições em cascata, a admissão de comportamentos que só têm uma explicação - puro servilismo, obediência cega, acrítica, uma total ignorância do que é o dever de obediência que impende sobre os trabalhadores da Administração Pública.
Esse dever deve ser entendido (é o que a doutrina e a jurisprudência ensinam) como a obrigatoriedade de seguir ordens que sejam transmitidas por superior hierárquico, formalmente, em cumprimento das funções do servidor público, desde que não impliquem a prática de crime.
O que tem sido transmitido em Tribunal, na sequência do que já acontecera no processo que levou à condenação de Ao Man Long, é exactamente o oposto.
As ordens eram transmitidas informalmente, eram ordens que envolviam procedimentos de legalidade altamente duvidosa (estou a ser simpático....), as quais, muitas vezes, os destinatários nem sequer tinham a certeza de onde provinham, mas que, ainda assim, eram obedecidas sem mais.
Porquê?
Uma das passagens do julgamento, citada pelo jornal Ponto Final, é particularmente elucidativa para se perceber a razão - "Os técnicos obedecem cegamente ou obedecem criticamente e, havendo algum problema, comunicam-no?" perguntou um dos advogados. Resposta da testemunha - "Havendo indicação superior, nunca pensei nisso."
Se há indicação superior, ainda que não se saiba muito bem de quem, e ainda que o procedimento a adoptar seja altamente criticável, e possa implicar, em última análise, a prática de um crime, obedece-se em silêncio.
É esta a cultura que se quer instalar na Administração Publica em Macau?
É este o espírito que se quer que o servidor público tenha?
É esta a tão apregoada harmonia?
Ficam as dúvidas.
Para que a semana não terminasse sem maior perplexidade, temos agora o apetitoso episódio protagonizado pelo académico chinês Xu Chongde.
Alguém que é tido como especialista na análise da Lei Básica, e que, nessa qualidade, é convidado a intervir num seminário em Macau, poderia publicamente apelar ao seu incumprimento?
Terá Xu Chongde dito que seria preferível a legislação da RAEM afastar-se da matriz portuguesa que a caracteriza, para se aproximar da matriz chinesa, com tal afirmação incitando à violação da Lei Básica e da Declaração Conjunta?
Ontem era assim.
Hoje já não é.
Hoje, tudo não passou de um erro de tradução.
Algo que, muito francamente, vai sendo utilizado com alguma frequência, e conveniência, em Macau.
Não se mata o mensageiro, mata-se o tradutor.
Mas, neste caso, até será preferível que tenha se tenha tratado de um erro de tradução.
"Recados" destes, ainda que não correspondam à vontade dos dirigentes em Pequim, deixam-me sempre inquieto.
Muitas razões para não ter um sono tranquilo, um fim-de-semana repousado.
E não são os anúncios de um novo recorde de receitas na área do Jogo, ou das coelhinhas da Playboy que aí vêm, que me tranquilizam.
Uma mão cheia de mel e uma mão cheia de m**da, não é?

Pontos de vista (feminino e masculino) sobre o sexo

2 mulheres conversam:

Como foi o sexo ontem?

Catastrófico.... O meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos ele já dormia.... E tu?

Foi fantástico! O meu marido chegou a casa levou-me a jantar fora e depois passeámos durante 1 hora até casa.

Após 1 hora de preliminares à luz das velas fizemos sexo durante 1 hora e imagina - no fim ainda estivemos na conversa durante 1 hora.

Numa palavra: Maravilhoso!!!



2 homens conversam:

Como foi o sexo ontem?

Super! Cheguei a casa e tinha o jantar na mesa; jantei, fiz sexo e adormeci imediatamente. E tu?

Catastrófico...Cheguei a casa e não havia electricidade porque me tinha esquecido de pagar a última factura.

Assim levei a minha mulher jantar fora a um sítio qualquer.

O jantar foi uma merda, carríssimo, e fiquei sem dinheiro para pagar o táxi até casa.

Não tivemos outra alternativa senão ir a pé para casa.

Chegamos a casa e, claro, não tínhamos electricidade.

Fomos obrigados a acender velas!

Eu estava tal maneira fora de mim que precisei 1 hora até que estivesse em pé e uma hora até conseguir libertar o meu batalhão.

Foi de tal maneira que estava possesso e não consegui adormecer durante 1 hora pelo que fui bombardeado pela minha mulher com conversa da treta.

Frase do ano?

Não sei para que é que querem gastar dinheiro no TGV se podem perfeitamente oferecer um Porsche a cada português gastando menos”.

(Luís Campos e Cunha, ex-Ministro das Finanças)




Verdadeiras relíquias (5)

Grandes portugueses (vivos)

No dia 27 de Maio de 1987, em Viena, o FC Porto venceu a Taça dos Campeões Europeus, numa final inesquecível, com um golo mágico (o calcanhar de Madjer).
Era então treinador do Porto Artur Jorge Braga Melo Teixeira, nascido no Porto no dia 13 de Fevereiro de 1946. 
Artur Jorge começou a jogar futebol nos juniores do FC Porto.
Do Porto, mudou-se para Coimbra, conciliando a carreira futebolística com a formação académica.
Matricula-se na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, mas viria a concluir a sua licenciatura em Filologia Germânica na Universiadde de Lisboa no ano de 1975.
Joga na Académica de Coimbra, transfere-se para  Benfica, antes de terminar a carreira no Belenenses na época de 1977/78, em virtude de grave lesão.
Enquanto jogador vence quatro campeonatos e e duas Taças de Portugal, além de duas Bolas de Prata, simbolo de melhor marcador do campeonato.
Ainda assim, foi internacional apenas por 16 vezes e só marcou um golo ao serviço da selecção nacional.
Terminada a carreira como jogador vai estudar para Leipzig, na antiga RDA, futebol e metodologia de treino.
Regressa a Portugal com o curso concluído e vai treinar o Vitória de Guimarães.
Seguem-se o Belenenses e o Portimonense, clube ao qual Pinto da Costa o resgata para liderar o futebol do FC Porto em 1984/85.
No Porto ganha dois títulos de campeão nacional, duas Taças e a Taça dos Campeões, sucessos que, combinados com a sua postura e cultura, lhe valem a alcunha de Rei Artur.
Após a vitória em Viena muda-se para França para dar corpo a um ambicioso projecto no Matra Racing.
Mantém-se em França até voltar ao Porto, para ser campeão novamente em 1989/90.
Volta a França, Paris, e ganha o campeonato françês ao serviço do Paris Saint - Germais na época 1993/94.
Regressa a Portugal na época 1994/95 para treinar o Benfica mas a relação termina no final da época com um 3º lugar e muita contestação.
Desde então, Artur Jorge já treinou vários clubes (Vitesse, Tenerife, CSKA), para além da selecção portuguesa, da selecção dos Camarões e da selecção da Suíca, todas sem grandes resultados.
As experiências no futebol árabe também não são bem sucedidas e Artur Jorge vem treinando o Créteil, um modesto clube da segunda divisão de França desde 2006/2007.

Relojoaria de luxo

Hoje em destaque uma das marcas mais famosas e mais conhecidas do público - Omega.
A Omega é uma marca suíça, actualmente detida pelo Grupo Swatch,com sede em Biel/Bienne e deve grande parte da sua fama ao facto de ser imediatamente associada à aventura espacial americana dado ter sido a escolha da NASA para primeiro relógio a ser usado na Lua em 1969.
Mais recentemente, a marca aparece associada aos filmes da personagem James Bond, bem como a celebridades como John F. Kennedy, o Príncipe William, George Clooney, Nicole Kidman e Cindy Crawford.
Essa fama leva a marca a calcular que 7 em cada 10 pessoas já tenham ouvido falar da marca Omega.
As origens da marca devem procurar-se em La Chaux-de-Fonds, em 1848, quando Louis Brandt, então com 23 anos, se dedicava a montar relógios de bolso de grande precisão para outros fabricantes.
Após a sua morte, em 1879, os seus filhos resolveram criar e comercializar os seus próprios relógios.
Com a introdução do Omega calibre, em 1894, a marca instalou-se definitivamente no mundo da relojoaria de luxo.
Os irmãos Brandt morrem em 1903 e a marca fica entregue a gente jovem, o mais velho de todos Paul-Emile Brandt, então com 24 anos.
E é este jovem que vai revolucionar a história da marca congeminando a união com a Tissot e conseguindo a fusão das duas marcas em 1930, criando então o Grupo SSIH, sedeado em Genebra.
Com Brandt, e Joseph Reiser, a partir de 1955, o Grupo SSIH cresceu, absorveu outras marcas e tornou-se um dos maiores fabricantes de relógios do Mundo.
As dificuldades financeiras que o grupo enfrenta nos anos 70 e 80, acompanhadas por outros grupos, como o gigante Allgemeine Schweizerische Uhrenindustrie AG (ASUAG), levaram à fusão de ambos em 1983.
Dois anos depois, esta holding é adquirida por um grupo de investidores privados, liderados por Nicolas Hayek.
O seu nome passa para SMH, Société de Microélectronique et d'Horlogerie, e vai crescendo até se tornar um dos maiores fabricantes de relógios novamente.
Em 1998, nasce o Grupo Swatch, que detém a marca Omega, a Blancpain, a Swatch e a Breguet.
Alguns modelos e preços:
A série mais famosa continua a ser a Speedmaster, aqui no modelo Speedmaster Broad Arrow Chronograph, caixa em aço, movimento automático e um preço na ordem dos 3 500 Us dólares.


Os filmes da séria James Bond ajudaram a consolidar o Seamaster, especialmente este Omega Seamaster James Bond Mens Watch 2220.80, caixa em aço, movimento automático, e um preço na ordem dos 2 500 dólares.


Cindy Crawford e Nicole Kidmann ajudarama divulgar e consolidar os Constellation, aqui mostrado no modelo Omega Double Eagle Mother of Pearl, caixa em aço, mostrador em madrepérola, movimento automático e um preço na ordem dos 2 500 Us dólares.

O meu favorito da marca é este Omega DeVille Co-Axial Escapement Limited Edition, edição limitada de 999 relógios, movimento automático, certificação de cronómetro, caixa em ouro amarelo, e um preço na ordem dos 4000 Us dólares.

Regresso aos anos oitenta (80)

Esta é de 1979. E a de amanhã também.

Os imprescindíveis (11)

Hoje vamos ver Woody Allen a satirizar o mundo da Broadway, as mafias, a infidelidade.
Bullets Over Broadway é mais um dos filmes brilhantes realizados por Woody Allen, brilhantemente interpretado por John Cusack, Dianne Wiest, Jennifer Tilly, Chazz Palminteri, Mary-Louise Parker, Jack Warden, Joe Viterelli, Rob Reiner, Tracey Ullman, Jim Broadbent e Harvey Fierstein.
Dianne Wiest num desempenho que lhe valeu o Óscar

27 de maio de 2010

Perguntas estúpidas e respostas inteligentes


A propósito do Mundial na África do Sul

Vejam o que os agentes de viagens africanos têm que receber e carinhosamente responder  - com muita mágoa porque algumas perguntas constituem autênticos insultos proferidos pelos cultos (?), inteligentes(?), estudiosos(?)e sabichões(?) europeus e americanos ....


P: Costuma fazer vento na África do Sul? Nunca vi na TV que aí chovesse, por isso, como é que as plantas crescem? ( G.B.)
R: Nós importamos todas as plantas completamente crescidas e depois ficamos por aqui sentados a vê-las morrer.

P: Serei capaz de ver elefantes nas ruas? (E.U.A.)
R: Depende daquilo que beber.

P: Quero ir a pé de Durban à Cidade do Cabo - Posso seguir as linhas do comboio? (Suécia)
R: Claro, são só 2 mil Km, leve muita água.

P: É seguro andar a correr pelos arbustos na África do Sul? (Suécia)
R: Então é verdade o que se diz sobre os suecos.

P: Existem caixas Multibanco na áfrica do Sul? Pode-me enviar uma lista das que existem em Joanesburgo, Cidade do Cabo, Knysna e na Baía de Jeffrey? ( G.B.)
R: O seu último escravo morreu de quê?

P: Pode dar-me alguma informação acerca das corridas de Koalas na África do Sul? (E.U.A.)
R: A Aus-trá-lia é aquela ilha grande no meio do Pacífico. Á-fri-ca é aquele continente em forma de triângulo a sul da Europa e não tem... Olhe, esqueça. Claro, as corridas de Koalas são todas as Terças à noite em Hillbrow. Venha nu.

P: Para que direcção fica o Norte na África do Sul? ( E.U.A.)
R: Fique de frente para Sul e depois dê uma volta de 90º. Entre em contacto connosco quando cá chegar e nós damos-lhe o resto das instruções.

P: Posso levar talheres para África do Sul? ( G.B.)
R: P'ra quê? Coma com os dedos como nós fazemos.

P: Podem enviar-me o horário do Coro dos Pequenos Cantores de Viena?(E.U.A.)
R: A Aús-tri-a é aquele pequeno país que faz fronteira com a Ale-ma-nha, que é...olhe, esqueça. Claro, o Coro dos Pequenos Cantores de Viena actua todas as Terças à noite em Hillbrow, logo a seguir às corridas de Koalas. Venha nu.

P: Têm perfume na África do Sul? (França)
R: Não, NÓS não cheiramos mal.

P: Criei um novo produto que é a Fonte da Eterna Juventude. Sabe dizer-me onde a posso vender na África do Sul? ( E.U.A .)
R: Em qualquer local onde se reúnam muito americanos.

P: Sabe dizer-me onde é que, em África do Sul, a população feminina está em menor número que a masculina? (Itália)
R: Sim, nos clubes gay.

P: Celebram o Natal em África do Sul? (França)
R: Só no Natal.

P: Têm abelhas assassinas na África do Sul? (Alemanha)
R: Ainda não, mas por si, mandamos vir.

P: Existem supermercados na Cidade do Cabo, e existe leite durante todo o ano? (Alemanha)
R: Não, nós somos uma pacífica civilização Vegan de caçadores-recolectores. O leite é ilegal.

P: Por favor envie-me uma lista de todos os médicos em África do Sul que tenham ou consigam arranjar soro* de cascavel. (*Antídoto para dentadas de cascavel) ( E.U.A.)
R: As cascavéis vivem na A-mé-ri-ca, que é de onde VOCÊ é. Todas as cobras Sul-Africanas são perfeitamente inofensivas, podem ser facilmente manuseadas e são bons animais de estimação.

P: Estive na África do Sul em 1969, e gostava de contactar a rapariga com quem namorei enquanto estive em Hillbrow. Pode ajudar-me? ( E.U.A.)
R: Sim, mas mesmo assim vai ter que continuar a pagar-lhe à hora.

P: Poderei falar Inglês na maioria dos locais para onde for? (E.U.A.)
R: Sim, mas primeiro vai ter que aprender.

Tecto pintado em área de fumadores

O homossexual e o médico


Um homossexual foi ao médico.

O clínico fez-lhe um toque rectal, uma anuscopia, uma rectosigmoidoscopia e, por fim, receitou-lhe um anti-inflamatório... em supositórios.

O homossexual, com um olhar muito meigo, voltou-se para o médico e disse:

- O Sr. Dr. estraga-me com tantos mimos!!!


Verdadeiras relíquias (4)

Grandes portugueses (vivos)

Envolto em polémicas nos tempos mais recentes, abriu ontem a sessão da Bolsa em Wall Street e passa hoje aqui pelo Devaneios, Zeinal Abedin Mohamed Bava, nascido em 1966, gestor afamado, licenciado em Engenharia Electrónica na University College of London, CEO da Portugal Telecom desde o ano de 2008.
Competente, inteligente, metódico, organizado, mas também maquiavélico e dono de uma enorme ambição, é um dos administradores mais acessíveis e afáveis no trato dentro da PT, onde ocupa, desde 2006, o cargo de vice-presidente.
Pratica a cultura do mérito e segue uma lógica anglo-saxónica mas tem fama de ser implacável com quem falha ou com quem não fez o trabalho de casa antes de uma reunião importante.
Diz-se que é muito duro no trato - mesmo intratável.
Protege os seus mas coloca-lhes a fasquia cada vez mais alta.
Zeinal Bava chegou à PT em 1999, pela mão de Eduardo Martins, um dos históricos que, em 2001, saiu da empresa de candeias às avessas com o antigo protegido.
No final dos anos 90, a PT estava a preparar-se para mais uma das suas cinco fases de privatização, ao mesmo tempo que a PT Multimédia (PTM) estudava a admissão à bolsa.
Como director executivo da Merrill Lynch e, antes, da Deutsche Morgan Grenfell (1996/98) e da Warburg Dillon Read (1989/96), Zeinal Bava tinha, entre as suas tarefas, o papel de conselheiro da telecom portuguesa.
Por isso, quando chegou ao edifício-sede da empresa, nas Picoas, era já um profundo conhecedor da casa que o recebeu.
Com tais credenciais, o seu nome acabou por ser bem acolhido pelo ex-presidente da PT, Murteira Nabo, que o convidou.
A favor da transferência de Londres para Lisboa, foi decisiva a vontade da mulher, Fátima, de instalar na capital portuguesa a base familiar do casal, na altura com filhos pequenos.
Zeinal Abedin Mohamed Bava nasceu em Lourenço Marques, actual Maputo, Moçambique, onde viveu no seio de uma família de comerciantes até ao início da adolescência.
Após o 25 de Abril, faz uma curta passagem por Lisboa mas, cedo, aos 14 anos, foi estudar para Inglaterra. Hesitou entre Medicina e Engenharia, mas acabou por seguir a segunda vocação, completando, posteriormente, a sua formação com um curso de Gestão na Universidade Nova de Lisboa.
Sem ter nascido em berço de oiro, soube penetrar, com relativa facilidade, no círculo restrito de apelidos de onde sai parte dos gestores da PT.
Os históricos apontam-lhe o defeito de só confiar nos novos, sem procurar equilíbrios.
Rodeia-se de quadros muito jovens e muito fiéis, especialmente na área financeira.
Austero nos gastos e muito cioso do controlo dos custos, a coabitação com o anterior CEO da PT, Miguel Horta e Costa, nem sempre foi fácil, em matéria de despesas.
Trabalhador incansável, capaz de passar 14 horas por dia no gabinete, só se lhe conhecem duas paixões: a carreira e a família.
Por regra, não aceita convites para festas ou reuniões sociais.
Mas o trabalho também lhe ocupa parte do tempo livre: ao fim-de-semana, ainda arranja tempo para ir à Fnac e ver com os próprios olhos se os produtos das empresas da PT estão ou não bem visíveis nas prateleiras.
Para os encontros da empresa, veste um pólo e calça ténis.
Durante a semana, os filhos contam com a ajuda do pai nos trabalhos de casa, mesmo que, para isso, tenham de se deslocar ao gabinete do edifício Marconi (sede da TMN) ou ao da sede, nas Picoas.
Os colaboradores já sabem que só aceita encurtar uma reunião para ir à escola dos filhos encontrar-se com os professores.
Os três filhos frequentam o colégio dos Salesianos, um sítio improvável para acolher a prole de um muçulmano.
Na escolha, terá prevalecido a vontade da mulher, católica praticante.
Intrigante é, aliás, a relação de Zeinal Bava com a religião muçulmana, cuja prática adopta, de forma discreta.
Sobre isso não fala; e os colaboradores nada lhe perguntam.
Decisiva, na sua ascensão dentro da PT, terá sido a boa relação com Ricardo Salgado, presidente do BES, o accionista mais influente do grupo de telecomunicações.
O gestor, licenciado em Engenharia Eléctrica e Electrónica pela University College London, tem-se distinguido no panorama nacional e internacional e quem o conhece tece-lhe rasgados elogios, que são confirmados pelo seu invejável currículo, que conta com três eleições para melhor director financeiro da Europa, distinção atribuída pela Institutional Investor.

Fonte: Revista Visão

Relojoaria de luxo

Uma marca suíça bastante conhecida, cujo nome em Esperanto significa movimento - Movado.
Criada em 1881 em La Chaux-de-Fonds, Suíça, por Achilles Ditesheim a marca foi detida pela mesma famíla até ser adquirida, em 1983, por Gedalio Grinberg, um rico barão da relojoaria americana.
Os rélógios de bandeira da marca são os relógios da colecção Museum, com o típico mostrador negro e um ponto dourado na posição das 12 horas.
O modelo original dos Museum, concebido pelo designer Nathan George Horwitt em 1947,  foi o primeiro relógio a ser mostrado no Museu de Arte Moderna em Nova Iorque.
Além do típico design (mostradores negos, sem números, com um simples ponto dourado e dois ponteiros), os relógios Movado são ainda afamados pelo facto de serem extremamente leves.
Actualmente, o grupo Movado detém e comercializa também as marcas Concord, Ebel, ESQ Swiss, Coach Watches, Hugo Boss Watches, Tommy Hilfiger, Juicy Couture, Lacoste Watches e RALCO.
Alguns exemplos de relógios da marca e respectivos preços:
O típico Movado Museum, aqui em caixa de aço, movimento quartzo, e um preço na ordem dos 500 Us dólares.





O modelo destinado ao mercado feminino, também em aço, também movimento quartzo, e um preço na ordem dos 300 Us dólares.



Não sou, minimamente, fã.

Regresso aos anos oitenta (79)

Os imprescindíveis (10)

Hoje em destaque uma comédia negra, os dilemas morais de dois homens de meia idade, brilhantemente interpretados por Woody Allen e Matin Landau - Crimes and Midsemeanors não terá o brilhantismo e a genialidade dos filmes de Woody Allen anteriormente realçados, mas também me parece um dos filmes essenciais no universo dos filmes de Wooody Allen.
Com Martin Landau, Woody Allen, Mia Farrow, Alan Alda, Anjelica Huston e Jerry Orbach, é um filme a não perder também.

26 de maio de 2010

Mourinho e Deus (em espanhol)

Tras el triplete logrado por el Inter, los italianos se preguntan en los últimos días:

"¿Cuál es la diferencia entre Dios y José Mourinho?".

Ellos mismos dan la respuesta:

"Dios nunca se sintió José Mourinho".

IPOD alentejano

Os primos da cidade foram passar o Natal com os parentes alentejanos.

Alguns dias após o Natal, estava o primo da cidade a fazer alarde dos presentes que tinha ganho.

- Primo, viste o que eu ganhei de presente? Um 'Ipod' espectacular e ainda por cima da melhor marca do mercado!

O primo alentejano respondeu:

- Bom primo, muito bom!!! Mesmo muito bom...

Aí o da cidade perguntou:

E o que foi que tu ganhaste?

- Ganhei o mesmo que tu.

- Mas, quem te deu?

- A minha prima, tua irmã...

- Foi mesmo?

- Foi. Estávamos no ribeiro nadando nus. Cheguei por trás, encostei-me a ela e perguntei:

- Posso?

Ela virou-se e disse:

- "Aí Pode!".

É bom demais primo! Agora, se tem marca, não sei... nós no Alentejo chamamos-lhe "CÚ"!

Imposto do pénis

Ouvi dizer que o governo fez contas no Magalhães e, para ajudar a superar a crise, vai criar o Imposto do Pénis.

Até agora o pénis tinha escapado ao IRS. As razões eram estar 99% do tempo pendurado sem emprego, 0,2% do tempo trabalhar às mijinhas, 0,5% do tempo ter trabalho duro e 0,3% do tempo estar metido num buraco.

Além disso, não ajuda nada ter dois dependentes que não arranjam trabalho em lado algum e não têm onde se meter.

A taxa do imposto variará conforme o tamanho, com os escalões seguintes:

25 a 30 cm - imposto sobre bens de luxo...........€ 30.00

20 a 24 cm - imposto sobre postes................. € 25.00

14 a 19 cm - imposto sobre a classe média.........€ 15.00

10 a 13 cm - imposto sobre a maçada............... € 3.00

Machos que excedam os 30 cm terão que declarar mais-valias de capital.

Qualquer macho abaixo dos 10 cm tem direito a um crédito de imposto.

É obrigatório pagar dentro do prazo. Não serão concedidos prolongamentos!

BEM FEITO...

PDP (Perguntas Do Pénis):

- Haverá multas para levantamentos antecipados?

- O que acontece quando um pénis trabalha por conta própria?

- Quem tiver vários(as) parceiros(as) conta como sociedade?

- As despesas com preservativos são dedutíveis como roupa de trabalho?

- Haverá um agravamento da taxa de imposto para quem não for circuncizado.

Direcção de Serviços do IRS


Verdadeiras relíquias (3)

Grandes portugueses (vivos)

Despediu-se formalmente dos relvados anteontem no Estádio que tem o seu nome, em Taveiro, perto de Coimbra, Sérgio Paulo Marceneiro da Conceição, nascido na localidade supracitada, perto de Coimbra, a 15 de Novembro de 1974, actualmente a exercer funções de director desportivo no PAOK de Salónica.
Sérgio Conceição começou a jogar na Associação Académica de Coimbra, passou pelo Penafiel, Leça e Fegueiras, antes de se fixar definitivamente no FC Porto no ano de 1996.
Em 1998 muda-se para Itália (Lázio) por cerca de 11.2 milhões de euros.
Na Lázio, na época de 1998/99 vence a Taça das Taças, ganha o campeonata italiano, a Taça de Itália, mas perde a Supertaça Europeia no ano de 1999.
Em Itália joga ainda no Parma e no Inter, antes de regressar à Lázio, e depois ao Porto, na época 2003/2004, sagrando-se então campeão nacional português pela terceira vez.
No ano de 2004 muda-se para a Bélgica (Standard Liège) e vence a Bota de Ouro belga, símbolo de melhor jogador do campeonato.
Mas é na Bélgica que conhece um dos momentos negros da sua carreira.
Consequência de uma cuspidela num adversário e tentativa de agressão a um árbitro, é castigado com três anos de suspensão, os primeiros 4,5 meses a cumprir imediatamente e o restante tempo em regime de pena suspensa.
No ano de 2007 muda-se para o Kuwait mas rapidamente se desilude com a fraca competitividade do campeonato e a falta de profissionalismo que ali encontra.
Em Janeiro de 2008 assina pelo PAOK Salónica, da Grécia, anunciando a 13 de Novembro de 2009 a sua intenção de terminar a carreira no clube grego, que então capitaneava.
Sérgio Conceição foi internacional A por 56 vezes e marcou 12 golos ao serviço da Selecção Nacional.

Currículo:

Porto

Campeão Nacional nas épocas de 1996–97, 1997–98, 2003–04

Vencedor da Taça de Portugal em 1997–98

Supertaça de 1997

Lazio

Vencedor da Taça das Taças na época de 1998–99

Finalista Supertaça Europeia em 1999

Scudetto em 1999–2000

Supertaça italiana em 1998

Taça de Itália em 1999–2000, 2003–04

Parma

Finalista da Taça de Itália em 2000–01

Standard

Finalista da Taça da Bélgica em 2006–07

Relojoaria de luxo

Uma marca relativamente recente mas com grande implantação no mercado e que não deixa de surprender pela beleza e sofisticação dos relógios que produz - Maurice Lacroix.
A história da Maurice Lacroix deve começar a ser contada no ano de 1961, o ano em que a Desco von Schulthess AG, baseada em Zurique, adquiriu uma pequena empresa em Saignelégier, uma cidade no Cantão de Jura, que produzia relógios para marcas afamadas.
Só em 1975 apareceria o primeiro relógio com a marca Maurice Lacroix, o qual seria apresentado e comercializado na Áustria.
No ano seguinte, a marca expande-se para o mercado espanhol, para, quatro anos mais tarde, ser a vez do mercado alemão.
Só em 1995, duas décadas depois do aparecimento do primeiro relógio da marca, a Maurice Lacroix conseguiu penetrar no mercado americano.
Finalmente, no ano de 2001, a Maurice Lacroix S.A., até então uma divisão da Desco von Schulthess AG, tornou-se uma marca independente.
Desde então, a marca ganhou um espaço próprio no domínio da relojoaria de luxo com criações ousadas e de grande beleza.
Alguns exemplos e preços:
Os modelos mais famosos da marca actualmente são os da colecção Masterpiece, entre os quais este Masterpiece Lune Retrograde, aqui mostrado em caixa de aço, movimento de carga manual, e um preço na ordem dos 6 400 Us dólares.

Também muito famosos os Pontos, como este Pontos Descentralized Hour, caixa em aço, movimento de carga automática, edição limitada de 999 relógios, e um preço na ordem dos 7 300 Us dólares.

O meu favorito é este Masterpiece Double Rétrograde , movimento de carga manual, caixa em aço, preço na ordem dos 6 500 Us dólares.




Regresso aos anos oitenta (78)

Os imprescindíveis (9)

Mais um momento de puro génio de Woddy Allen.
Hannah and Her Sisters é outro daqueles filmes inesquecíveis, com momentos inolvidáveis.
Quem se pode esquecer da expressão de Woody Allen no concerto punk com receio de ser feito refém no final?
Quem se pode esquecer do quadro cor de pulga para combinar com os sofás?
Mais uma vez, a um argumento fabuloso, junta-se um naipe de actores fantástico - Woody Allen,Michael Caine, Mia Farrow, Carrie Fisher, Barbara Hershey,  Lloyd Nolan, Maureen O'Sullivan, Daniel Stern, Max von Sydow e Dianne Wiest.