17 de novembro de 2017

HUMOR BRITÂNICO


Um grande terramoto, com a força de 8,1 graus na escala de Richter, atinge o Médio Oriente.
Dois milhões de muçulmanos morrem e mais de um milhão ficam feridos.
O Iraque, o Irão e a Síria ficam totalmente destruídos e os governos não sabem por onde começar com o fornecimento de ajuda para a reconstrução.
O resto do mundo está em choque.
Os EUA enviam tropas para ajudar a manter a paz.
A Arábia Saudita envia petróleo.
Os Países latino-americanos enviam roupas.
A Nova Zelândia e a Austrália enviam ovelhas, gado e sementes.
Os países asiáticos enviam trabalhadores para ajudar na reconstrução das infraestruturas.
O Canadá envia equipes médicas e suplementos.
A GRÃ-BRETANHA, para não ficar atrás, envia dois milhões de muçulmanos de substituição.
 Inteligentes !!
Deus abençoe a GRÃ-BRETANHA.

(Yes, of course, from FerreiraFriend)

BOM FIM-DE-SEMANA!

16 de novembro de 2017

Adeus Mugabe


Robert Mugabe terá sido deposto na sequência de um golpe militar e estará neste momento em prisão domiciliária.
A ser assim estamos perante uma óptima notícia.
O decrépito Mugabe, ditador, cleptómano, assassino, há muito devia ter sido afastado do poder no Zimbábue.
Um país que Mugabe conseguiu destruir, destroçando a sua economia, as suas infra-estruturas, a sua unidade interna.
A ser verdade que está agora encolhido num canto, sob o olhar atento dos militares que terão encabeçado o golpe, tenho que esquecer o meu lado humanista e afirmar convictamente que estou muito feliz com as notícias que nos chegam do martirizado Zimbábue.
Feliz e preocupado.
Porque espero que à ditadura sanguinária do bandido Mugabe não se siga outra seja o protagonista quem for.
A queda de Mugabe faz soprar um vento novo no Zimbábue.
Que o vento que passa traga bom ar, mais respirável, ao alcance de uma população que viveu longos anos privada de tudo o que é essencial ao ser humano.
Sobretudo de dignidade.

Intemporais (93)

15 de novembro de 2017

À beira de um precedente perigoso?


Já se sabia que este dia iria chegar.
O dia em que o mais jovem deputado eleito para ter assento na Assembleia Legislativa de Macau seria confrontado com a acusação de ter cometido crime de desobediência qualificada.
Desde o dia da sua eleição todos sabiam que esse dia iria chegar.
Tudo muito normal, não há que ver fantasmas onde eles não existem.
Sulu Sou, na época ainda um quase cidadão comum, terá prevaricado, foi autuado, o processo seguiu os seus trâmites normais, agora é notificado da acusação contra si deduzida.
A grande diferença é que Sulu Sou é hoje deputado.
Nessa qualidade goza de imunidade, coisa bem diferente de impunidade.
Imunidade que só lhe pode ser retirada pela própria Assembleia Legislativa.
Recebida a notificação judicial por parte do Presidente da Assembleia Legislativa este remete-a para a Comissão de Regimento e Mandatos para que esta se pronuncie e se decida depois em Plenário pelo levantamento da imunidade parlamentar ou não.
As semelhanças com o que se passou em Hong Kong são demasiado tentadoras.
Mas não devem comprometer o nosso juízo acerca da questão.
Muito menos o da Comissão de Regimento e Mandatos e do Plenário da Assembleia Legislativa.
Que ficam com um caso muito complexo e muito mediático para decidir.
E que, se decidirem pelo levantamento da imunidade parlamentar de que goza Sulu Sou, estarão a abrir um precedente muito perigoso e de consequências futuras imprevisíveis.

Antes do 25 de Abril era assim






14 de novembro de 2017

Thanks but no thanks


Donald Trump continua o seu périplo asiático.
E resolveu mostrar a sua face de benemérito a par com a sua face de cabotino.
Trump, que gosta muito de se achar um óptimo qualquer coisa, desta vez resolveu oferecer os seus préstimos como exímio mediador e negociador (é ele a afirmá-lo).
Seria então ele a mediar as disputas legais e territoriais que há muitos anos têm lugar nos mares que banham várias nações asiáticas e que, em virtude dessa razão geoestratégica e, claro, económica, envolvem vários interesses, sensibilidades e países.
Gesto tão magnânimo não mereceu sequer resposta da China e foi objecto de um rotundo não por parte de outros países asiáticos, nomeadamente de países membros da ASEAN.
Trump, cabotino, é um profundo ignorante do que se passa na Ásia e do pensar e sentir asiáticos.
Mostrou-o claramente nesta sua oferta perfeitamente disparatada.
Os asiáticos têm uma forma muito peculiar de negociar, que se pode arrastar por longos anos, que busca incessantemente consensos, que não admite interferências externas, que é muito cautelosa com a sensibilidade chinesa.
Sem perder tempo a responder directamente a Trump, a China passou ao ataque e reservou para si esse papel de mediação num conflito que também lhe diz respeito.
Mares muito ricos são naturalmente muito disputados.
Obviamente era uma fatia dessa riqueza que Trump procurava garantir com a sua intervenção no processo.
A resposta foi curta e grossa – thanks but no thanks!

A sida espiritual (Anselmo Borges DN 10.11.2017)


Quarenta e três anos de democracia para que serviram? É uma pergunta que frequentemente me colocam. E eu tento responder.
1. Do ponto de vista formal, houve um bom caminho que se fez e a democracia está consolidada. Mesmo do ponto de vista da justiça social, há conquistas significativas. Mas nem tudo está bem. As pessoas deixaram-se estontear pelo "deus" dinheiro e temos a corrupção que se sabe. Há desconfiança em relação aos políticos, fundamentalmente por causa da corrupção e da cumplicidade entre política e negócios. Depois, porque se governa para as eleições, portanto, para o curto prazo, vão faltando as reformas estruturais, necessárias para não termos de viver em constante sobressalto, mesmo do ponto de vista económico-financeiro. Temo, quando ouço hoje muita gente dizer sobre os políticos: "São todos iguais, querem ir para o poder não porque se interessem por nós, mas por causa dos interesses deles." Aliás, a percentagem de abstenção nas eleições é já muito elevada. Terá de haver transparência na governação - veja-se o que se passa com a banca, Tancos, os incêndios...
2. Considero a actividade política uma actividade nobre, das mais nobres. Mas receio quando vejo, na época das eleições, um número quase sem fim de cidadãos a concorrer como candidatos. Desconfio de tanta competência e sobretudo continuo a não acreditar que a maior parte o faça por amor à causa pública, ao serviço do bem comum. Como já aqui escrevi: "Que interesses, que vantagens, que compadrios, que cumplicidades, que privilégios, que benesses, que vaidades os movem?" Se os políticos quisessem realmente saber o que os outros cidadãos pensam deles, haveria um teste poderoso, embora saiba ser perigoso e talvez não aplicável: nas eleições, os votos em branco traduzir-se-iam, segundo a lei da proporção, em cadeiras vazias no Parlamento. Seria o "partido da cadeira vazia". Poupava-se dinheiro e retórica de sofistas, inútil e manhosa. Votar seria obrigatório, mas, em vez de sanções para os cidadãos que não votassem, os cidadãos tinham a possibilidade do voto em branco, com esta consequência.
De qualquer forma, é necessário reformar o Estado e a política, a começar por cima. Corte-se nos privilégios de tantos, reduza-se o excesso de mordomias, siga-se, sobretudo, a famosa "navalha de Ockam": "Não multiplicar os entes sem necessidade", por exemplo, não se aumente o número de funcionários só para dar a impressão de que diminui a taxa do desemprego.
3. Concretizemos mais.
Apesar dos bons resultados quanto aos últimos orçamentos, aproveitando aliás, mesmo que se não queira admitir, das políticas que vinham de trás, não se pode caminhar agora para orçamentos eleitoralistas, esquecendo a dívida. Há sempre aquela pergunta fatal: o que leva tantos a procurar o poder? Respondeu quem sabe, Henry Kissinger: "O poder é o maior afrodisíaco." Mas não se venha iludir os cidadãos, pois eles sabem, por exemplo, do atraso do Ministério das Finanças em desbloquear verba para mais cirurgias no IPO de Lisboa. Para lá disso, também sabem das cativações e que em 2016 morreram 2605 portugueses à espera de uma cirurgia - "uma coisa que é assustadora e que, em circunstâncias normais, devia ter causado um terramoto (mas os fogos tiraram toda a normalidade aos nossos dias)", escreveu Pedro Ivo Carvalho. Não é bom pretender que os cidadãos acreditem que a austeridade acabou, pois eles sabem das "engenharias financeiras" e dos impostos e de como os impostos indirectos são os mais injustos, porque são cegos e atingem a todos.
O que se passou e passa com Tancos é inqualificável.
Sobre as desgraças continuadas quanto à banca, só se pode exigir que se ponha cobro à situação e que se faça justiça. Haja transparência! Há uma palavra do Evangelho, sempre viva e actual: "A verdade libertar-vos-á."
Que mal é que há em reconhecer que o Estado falhou clamorosamente nos incêndios, sobretudo quando se pensa no aviso que vinha de Pedrógão? Os prejuízos podem alcançar os três mil milhões de euros. Evidentemente, os 110 mortos não têm preço e a angústia mortal de tantos e tantas que ficaram sem os seus entes queridos e com a vida toda tolhida e destroçada serão um eterno peso na nossa consciência. A atitude do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, foi e continua a ser exemplar.
4. Diz-se frequentemente: "Já não há valores." Não penso isso. O que se passa é que se inverteu a pirâmide dos valores e corre-se o risco de o valor dinheiro se tornar o valor e a medida de todos os valores. Onde está a honra, a dignidade, o valor da palavra dada, a solidariedade, a família como esteio que segura os valores, a escola que forma pessoas íntegras e, assim, bons profissionais, alguns princípios orientadores de humanidade e para a humanidade?
No que mais temo está também que, depois de terem caído "princípios" inaceitáveis na sua rigidez, reste apenas a imediatidade, a auto-satisfação de cada um a seu bel-prazer, e, consequentemente, a desorientação, no sem-sentido da intranscendência. O que infecta esta nossa sociedade é o que chamo a sida espiritual, que derruba a capacidade de defesa face à mentira, à desonra, à indignidade, à corrupção, à falta de valores na sua hierarquia autêntica. E não vejo que sejamos mais felizes. Os próprios jovens, a quem tudo é dado materialmente, educados na anomia facilitista e no "dedar" constante e caótico do smartphone e não para o estudo sério e a capacidade e a alegria de superar obstáculos, nas batalhas pelo bem e na conquista do melhor, que é ser si mesmo na autenticidade e na superação de si, acabam mergulhados na dor da derrota e da desorientação.

13 de novembro de 2017

Normais, mas como?


Estes foram os óptimos exemplos que tivemos:

1) Cinderela - chegava a casa à meia noite e sem um sapato...
completamente doida!

2) Tarzan - corria nu na selva e morava, literalmente, com uma macaca.

3) Aladino - era um vagabundo que ficou milionário à custa de um génio de uma lâmpada encontrada na rua e que não era dele.

4) Batman - guiava a 320 km/h e tinha o Robin como "amigo inseparável" Ui!

5) Shaggy Rogers - dono do Scooby-Do, era medroso, via fantasmas e conversava com um cão ( Freud ia adorar!!).

6) Zé Colméia e Catatau - eram cleptomaníacos pois roubavam cestas de pic-nic.

7) Pinóquio - era mentiroso!

8) Bela Adormecida - não trabalhava e só dormia à espera que lhe caísse do céu um príncipe encantado.

9) Branca de Neve - morava com 7 homens todos anões!
10) Olívia Palito - sofria de bulimia.

11) Popeye - era fanático do físico, dopava-se com alimento energético em lata e fumava um cachimbo suspeito!

12) Super Homem - voava, via através das paredes, e colocava as cuecas por cima das calças.

13) Tio Patinhas - não abria a mão do dinheiro por nada.

14) A Margarida - dizia que era a namorada do Pato Donald mas saía com o Gastão.

Como querem que sejamos normais ??!!

BOA SEMANA!

10 de novembro de 2017

O padre e a freira em peregrinação


Ao cair da noite avistaram uma cabana a meio do caminho e decidiram entrar para pernoitar e prosseguir viagem no dia seguinte.
Ao entrarem na cabana viram que havia apenas uma cama de casal.
O padre e a freira entreolharam-se e, depois de alguns segundos de silêncio, o padre disse:
Irmã, pode dormir na cama que eu durmo aqui no chão.
E assim fizeram. 
No entanto, a meio da madrugada a irmã acordou o padre:
Padre! O senhor está acordado?
O padre, bêbado de sono:
Sim, irmã, precisa de alguma coisa?
Tenho frio...pode dar-me um cobertor?
Sim, irmã, com certeza! 
O padre levantou-se, foi buscar um cobertor ao
armário e cobriu a irmã com muita ternura.
Uma hora depois, a irmã acorda o padre novamente: 
Padre! Ainda está acordado?
O padre: AH? Irmã ... O que foi agora?
É que ainda estou com frio. Pode dar-me outro cobertor?
Claro irmã, com certeza!
Mais uma vez, o padre levantou-se cheio de amor e boa vontade para atender o pedido da irmã.
Outra hora passou e, mais uma vez, a irmã chamou pelo padre:
Padre. O senhor ainda está acordado?
O padre: Sim, irmã! O que foi agora?!
É que eu não estou a conseguir dormir. Ainda estou com muito frio.
Finalmente, entendendo as intenções da irmã, o padre então disse:
Irmã, só estamos aqui nós dois, certo?
- Certo!
O que acontecer aqui, ou deixar de acontecer, só nós saberemos e mais ninguém, certo?
- Certo!
Então tenho uma sugestão ... Que tal se fingirmos ser marido e mulher ?
A freira então pula de alegria na cama e diz :
SIM! SIM !!!
Então o padre muda o tom de voz e grita :
ENTÃO, PORRA ! 
LEVANTA-TE E VAI BUSCAR A MERDA DO COBERTOR !

Se pensaste que iria ter um final erótico, reza 10 Ave-Marias e 20 Pai-Nossos pelos maus pensamentos

BOM FIM-DE-SEMANA!
(Sim, obviamente chegou via FerreirAmigo)

9 de novembro de 2017

Trump in China is business as usual


A História prega partidas curiosas às pessoas.
Donald Trump, que fez do papão China um dos seus temas favoritos de campanha, festeja um ano como Presidente dos Estados Unidos…na China.
Será fácil adivinhar que temas vai colocar Trump em cima da mesa das conversações – défice comercial, segurança e acesso a águas internacionais, combate ao terrorismo, a Coreia do Norte.
Olhando para os membros que integram a delegação, sobretudo o primeiro dos temas apontados.
A China não estará muito disposta a discutir questões de soberania nacional (pelo menos é assim que a China as vê...), haverá algumas palavras de circunstância acerca da necessidade de deter o minorca Kim nas suas ambições militaristas, será reafirmado o compromisso no combate conjunto ao terrorismo internacional (a realidade a gente vê depois…).
Mas o principal, o que mais interessa, enche os olhos e faz parangonas, são os acordos comerciais.
E aí estamos todos preparados para ouvir falar em muitos biliões, em grandes conquistas dos dois lados.
Em Pequim estarão reunidos os dois homens mais poderosos do Planeta.
Por muitas que possam ser as expectativas em sentido contrário, muito provavelmente o grande tema em discussão não irá muito para além do business as usual.

Intemporais (92)

8 de novembro de 2017

Qualquer hino nacional tem que ser respeitado


Vai quente e longo o debate acerca da possibilidade de serem adoptadas e adaptadas em Macau e Hong Kong as molduras penais nacionais relativas ao respeito devido ao Hino Nacional Chinês.
A Marcha dos Voluntários, como qualquer outro hino nacional, é um símbolo do Estado, uma composição patriótica adoptada como símbolo do Estado.
E, como qualquer outro hino nacional, tem que ser respeitado.
Muito mais ainda pelos nacionais do País e em ocasiões oficiais.
Dito isto, que julgo incontestável, não devemos ceder a tentações de tipo populista e a quaisquer fundamentalismos.
O que uma série de idiotas mal educados fizeram em Hong Kong, assobiar o Hino Nacional Chinês, é inadmissível e abjecto.
Sê-lo-ia com qualquer hino nacional, é-o ainda mais com o hino do País, o tal País que vem sempre antes e está na origem dos dois sistemas.
Partir daqui para reacções primárias, brutas, é querer corrigir um erro cometendo outro.
Até a Matemática nos ensina que se somam, que passam a ser dois erros, não se corrigem e anulam mutuamente.
Espero bem que haja bom senso a tratar esta questão sensível e melindrosa.
Bom senso que terá necessariamente que partir do País e dos dois sistemas.
Porque bom senso é algo que não espero daquele bando de insurrectos mal educados de Hong Kong.
Se tivessem um mínimo de bom senso ou/e educação sabiam que qualquer hino nacional tem que ser respeitado.
Mesmo quando não é sentido.
E todos sabemos que não se pode forçar ninguém a sentir o que quer que seja.
Mas já se pode obrigar qualquer um a ser respeitador de determinados valores que devem ser tidos por universais como o é o respeito devido a um hino nacional.

Documento de Napoleão



Fac-simile do documento

"Napoleão, pela graça de Deus e a vontade nacional, Imperador dos Franceses
Para 
​o​
Prefeito do Departamento de Var

Senhor Prefeito

Tive conhecimento que diversos incêndios eclodiram nas florestas do Departamento ao qual eu vos confiei a sua administração.
Eu vos dou ordens para fazer fuzilar no local os indivíduos acusados de os terem ateado.
Doutro modo, se eles voltarem a acontecer eu terei de vos substituir como Prefeito.

Feito Schoenbrunn a 21 de Agosto 1809 

Napoleão Imperador"

7 de novembro de 2017

Armed and dangerous


Sutherland Springs, pequeno povoado junto à cidade texana de San Antonio, perdeu quase 5% da sua população, martirizada às mãos de um antigo soldado americano cujo nome recuso mencionar.
O assassino abateu vinte e seis  pessoas, e feriu outras trinta, dos 643 habitantes de Sutherland Springs.
Inocentes que assistiam a um acto religioso e que foram martirizados por um louco violento, que demonstrara publicamente a sua loucura e índole violenta em repetidas entradas na rede social Facebook.
Não foi razão suficiente para lhe ser vedado o acesso a armas para que pudesse concretizar esses seus instintos.
Adivinhando que o debate infindável acerca do livre acesso a armamento do povo americano ia ser novamente reaberto, Donald Trump, em visita oficial a vários países asiáticos, apressou-se a sossegar os seus apoiantes do poderoso lóbi armamentista americano garantindo que a posse de armas, e o livre acesso às mesmas, não estavam em causa só porque alguém mentalmente desequilibrado tinha abatido uma série de inocentes reunidos em oração.
Donald Trump tem razão em dois pontos do seu discurso irresponsável:
Uma arma não é só por si um perigo e o assassino era alguém mentalmente instável.
O que não deixa de surpreender, mesmo depois de tanto morticínio, é a recusa em perceber que um louco armado é um perigo intolerável numa sociedade civilizada.
A mesma recusa que se estende a não colocar sequer a hipótese de, de uma vez por todas, restringir o sacrossanto acesso a armamento nos Estados Unidos.
Pelo menos àqueles que poderão ser facilmente considerados armed and dangerous.

Curiosidades de líderes europeus


Phil Lawyer fez um balanço sobre os líderes da Europa:

O recente eleito presidente da república francesa, Macron,não tem filhos.

A Chanceler, Angela Merkel,não tem filhos.

A PM do Reino Unido, Theresa May, não tem filhos.

O PM de Itália, Paolo Gentiloni, não tem filhos.

Mark Rutte da Holanda, não tem filhos.

Stefan Lofven, da Suécia,não tem filhos.

Xavier Better, do Luxemburgo,não tem filhos.

Nicola Sturgeon, da Escócia, não tem filhos

Jean-Claude Juncker, Presidente da CE, não tem filhos.

Portanto, uma grande porção de pessoas que tomam decisões sobre o futuro da Europa, não tem quaisquer interesses directos nesse futuro !!!