22 de maio de 2017

ADIVINHE O TÍTULO DO FILME


Um casal não possui os braços e têm um filho.
Qual o nome do filme?
– Ninguém Segura Esse Bebê!

  
Cai um sino na churrasqueia.
Qual é o nome do filme?
– Assassino.

  
Um médico inventou um remédio que cura dores de cabeça antes delas acontecerem.
Qual o filme?
– O extermina-a-dor do futuro!

  
O “Cebolinha” e a “Mônica” foram ao cinema, na portaria o Cebolinha comprou dois chupas só para ele.
Qual é o nome do filme que eles foram assistir?
– Lambo 2!



Em um local onde só tinham pizzas, as de aliche foram expulsas pelas pizzas de ervilha.
Qual é o nome do filme?
– Aliche no país das más ervilhas

  
Um homem bebeu um Tang laranja e se atirou de cima da torre Eiffel.
Qual é o nome do filme?
– O último Tang em Paris!

  
Um homem tinha como profissão cuidar de ursos. Certo dia ele se aposentou.
Qual o nome do filme?
– O Ex-ursista!

  
Um homem entrou na sala de cinema quando tudo estava completamente escuro mas mesmo assim encontrou um lugar.
Qual é o nome do filme?
– O iluminado!


Um homem foi a um bar e sem ninguém ver colocou um copo na mochila.
Qual o nome do filme?
– Robo cop!


Um tênis afunda no meio do mar.
Qual é o nome do filme?
– Titanike!

  
BOA SEMANA!

18 de maio de 2017

Deputado Pearl Horizon?


Que a Assembleia Legislativa de Macau não é mais do que uma plataforma de defesa de interesses de grupos muito concretos já todos sabíamos.
Ainda assim de quando em vez ainda somos surpreendidos com a dimensão que este fenómeno consegue atingir.
Ver o líder da Associação de Proprietários do Pearl Horizon afirmar que se quer candidatar a um lugar de deputado, apresentando como plataforma “política” a defesa daqueles que adquiriram fracções na planta do empreendimento Pearl Horizon e que agora se vêem sem casa nem dinheiro, é sem dúvida um desses momentos.
A Assembleia Legislativa devia ser um espaço de discussão política e de políticas.
Em vez disso é um espaço de defesa de interesses particulares ou corporativos.
Dá pena assistir a esta subalternização do órgão legislativo em Macau.
E causa enfado e irritação assistir à teimosia ignorante de quem se recusa a perceber que tem que defender os seus legítimos interesses num outro órgão da estrutura tripartida de poderes desta Região Administrativa Especial.
Os tribunais, o poder judicial, evidentemente.

Intemporais (74)

17 de maio de 2017

A Coreia do Norte a testar os limites da paciência de Trump?


Empresas de segurança informática norte-americanas estão a ligar os ataques informáticos que fizeram espalhar o vírus ransomware um pouco por todo o Mundo a piratas informáticos norte-coreanos.
O vírus ransomware encripta os dados informáticos do utilizador e bloqueia o acesso aos mesmos até que seja pago um resgate aos piratas que desencadeiam estes ciberataques.
Mais do que os ataques em si mesmos, e os incómodos e malefícios que dos mesmos directamente resultam, confesso que me preocupa a crescente tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte que os mesmos representam.
Parece (oxalá não seja assim...) que os norte-coreanos estão a testar os limites da paciência norte-americana.
Um exercício que, a ser real, é muito arriscado quando na Casa Branca se senta um louco irresponsável.
O mesmo louco irresponsável que parece estar a recolher dados, provas, que justifiquem uma qualquer intervenção armada na Coreia do Norte.
Quando um doido varrido testa a paciência de um louco irresponsável fazendo tábua-rasa das sanções que lhe são impostas, repetindo testes com mísseis balísticos que se julga serem mais e mais sofisticados, ataca outros países por via informática e procura chantagear esses países no intuito de obter fundos que lhe permitam continuar a sua corrida armamentista, temos todos que ficar seriamente preocupados e pensar se os avisos do grupo Anonymous no sentido de estarmos à beira de um terceiro conflito a nível mundial, com norte-coreanos e norte-americanos como instigadores, não serão afinal demasiado reais para ser ignorados.

Japão esbanjando tecnologia

16 de maio de 2017

One Belt, One Road (OBOR), a nova Rota da Seda


A China tem em marcha a nova Rota da Seda, o projecto "One Belt, One Road" ("Uma Faixa, uma Rota"), OBOR na sigla inglesa.
A liderança chinesa deu pela primeira vez a conhecer estes seus planos no ano de 2013.
Desde então a estratégia tem sido consolidar e fazer crescer as ideias iniciais e o alargamento a novos países dispostos a aderir ao projecto chinês.
Por estes dias a capital chinesa recebe mais de vinte líderes mundiais que discutem entre si como ligar a Ásia, a Europa e a África através de novas rotas comerciais.
Um plano que envolve números brutais, quer em termos da população abrangida (cerca de 60% da população mundial), quer em termos de infra-estruturas já construídas e a construir, quer naturalmente em termos de montantes financeiros envolvidos em todo o projecto (o Banco Asiático para o Desenvolvimento como grande financiador de todo o projecto).
Mais do que um grande projecto comercial, esta Nova Rota da Seda encerra em si claramente uma estratégia de poder, de domínio político e económico a nível mundial.
Há muito ultrapassada a bipolaridade que caracterizou a liderança planetária durante os anos da Guerra Fria, os Estados Unidos passaram a apresentar-se como único líder da governança mundial. 
Chegou o momento de a China se apresentar disposta a assumir papel idêntico, concorrencial ou até mesmo alternativo ao americano.
Mais do que um mega-projecto comercial é esta estratégia económica e política que se discute nestes dias em Pequim.
O eixo do poder está a mudar da América para a Ásia, de Washington para Pequim.

A dimensão que extravasa a nossa imaginação

12 de maio de 2017

Humor no final da semana










Entretanto, na Madeira...

BOM FIM-DE-SEMANA!

11 de maio de 2017

Coreia do Sul vira à esquerda


Moon Jae- in será o novo Presidente da Coreia do Sul.
Como acontecera em França também na Coreia do Sul as sondagens não erraram.
E Moon Jae-in, personalidade vinda do centro-esquerda do espectro político sul-coreano (Partido Democrático), advogado, defensor dos direitos humanos, terá agora a responsabilidade de colar os cacos que ficaram espalhados na sociedade sul-coreana, consequência do processo que levou à destituição de Park Geun-hye.
Esta será a tarefa mais imediata e mais complexa na vertente interna.
Mas o discurso de Moon Jae-in, em campanha e após a eleição, chama mais a atenção pelos conteúdos ligados à vertente externa das suas propostas políticas.
Propostas audazes, difíceis de levar à prática, que poderão, se bem sucedidas, ter forte impacto nos equilíbrios políticos a nível mundial.
Um afastamento progressivo da protecção norte-americana, uma tentativa de aproximação ao vizinho norte-coreano, são ideias estas sim verdadeiramente fracturantes.
Não acredito na possibilidade desta aproximação, pelo menos enquanto a dinastia Kim permanecer no poder na Coreia do Norte.
Mas só a disponibilidade para tentar essa aproximação é algo de novo, de radicalmente diferente, em relação à política dos conservadores há longo tempo na condução política da Coreia do Sul.
A alternância democrática na Coreia do Sul concretizou-se numa viragem à esquerda na política do país.
O que daí vai efectivamente resultar só com o correr do tempo poderemos verificar.

Intemporais (73)

10 de maio de 2017

Zhang Dejiang em Macau

Hoje é o último dia da visita de Zhang Dejiang a Macau.
Número três na hierarquia política chinesa, Presidente do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, responsável máximo pelos assuntos das duas Regiões Administrativas Especiais, Zhang Dejiang veio a Macau ver in loco a realidade que lhe é constantemente transmitida em relatório.
Não tanto auscultar a população (os problemas "políticos" que a população de Macau procurou transmitir ao representante da liderança chinesa ultrapassaram quase sempre os limites do ridículo), muito mais deixar mensagens, recados bem audíveis, para Macau também, mas muito mais para a mal comportada Hong Kong quando se aproxima uma mais provável visita de Xi Jinping à Região Administrativa Especial vizinha, em Julho, para comemorar o vigésimo aniversário da transferência de poderes na antiga colónia britânica.
A poucas horas da partida para Pequim, o balanço da visita de Zhang Dejiang passa muito por estas premissas, por este quase paternalismo tão tipicamente chinês - continuem a portar-se bem em Macau e terão a recompensa da Mãe Pátria, não sigam o exemplo daqueles insurrectos de Hong Kong que, mesmo assim, pelo menos por enquanto, ainda vão tendo o apoio de Pequim.
E aqui pode introduzir-se um novo tópico no balanço da visita de Zhang Dejiang a Macau - a importância desmedida dada a certas questões, e a certas pessoas, que, em última análise, lhes dão um impacto público que de outro modo não teriam.
Uma importância que conduz também a uma paranóia securitária perfeitamente descabida.
Qualquer balanço desta visita ficaria incompleto se não se desse relevo ao facto de o dia-a-dia dos residentes de Macau se ter visto profundamente transtornado, consequência de medidas de segurança que aos olhos do cidadão comum se afiguram perfeitamente exageradas.
Numa cidade com a pacatez de Macau, com a paz social de Macau, seria necessário fechar vias públicas, ver dezenas de agentes da autoridade um pouco por toda a cidade, barreiras a dificultarem ou impedirem o já complicado trânsito de peões e automóveis?
Para o leigo em matéria de segurança a resposta é obviamente um rotundo não.

A difícil linguagem do entendimento


9 de maio de 2017

Vitória no primeiro round


Confirmaram-se as sondagens e os franceses votaram massivamente em Emmanuel Macron depositando neste candidato surpresa total confiança para ocupar o Eliseu.
A vitória de Macron representa claramente a reacção natural de rejeição do radicalismo de direita representado e fulanizado em Marine Le Pen.
A França e a União Europeia suspiram e respiram de alívio (uma vitória de Le Pen seria o princípio do fim do sonho europeu) .
Um suspiro que não poderá desviar a atenção de factos altamente preocupantes.
Uma altíssima percentagem de abstencionistas, de votos nulos e brancos, que reflectem a desilusão dos franceses com a política e os políticos tradicionais.
Desilusão que fez aparecer e ascender Macron e explica também em grande parte a sua vitória.
Macron que só ganhou o primeiro round de uma batalha que ainda não terminou.
O que obriga a França e a Europa a não poderem dormir tranquilas com os sinais que recebem de França.
Basta ver quem votou afinal em Macron para perceber que há grandes desafios pela frente.
Já não restam dúvidas que a política, os políticos, as instituições governativas, a nível supranacional e nacional, têm que se aproximar mais dos cidadãos e das suas necessidades para que as eleições legislativas em França não estraguem os festejos.
Terá Macron a capacidade, o engenho, para transformar o fortíssimo apoio que recebeu numa força partidária capaz de ganhar as eleições legislativas em França e ser alternativa às forças políticas tradicionais totalmente desacreditadas?
Ou, em alternativa, conseguir reunir um forte consenso entre os que tudo sacrificam para ver derrotados fenómenos de radicalismo agora temporariamente derrotados e rejeitados (uma espécie de "geringonça" em França como sugeriram já algumas vozes)?
Parece óbvio que a base eleitoral de Marine Le Pen e da Frente Nacional é forte e está relativamente consolidada.
Têm agora a palavra os políticos franceses para fazerem frente ao radicalismo nacionalista nas eleições legislativas que se aproximam e para que a vitória nas presidenciais que agora se festeja não se transforme rapidamente numa vitória de Pirro.